quinta-feira, 29 de maio de 2025

Estado banca a parcela do dia 30 de maio dos agricultores gaúchos.

             Nada melhor que uma Revolução virtual Farroupilha imediata e com consciência social e econômica o Governador afirma que banca os R$ 136.000.000,0 vencimento da parcela dos agricultores gaúchos, com vencimento em 30 de maio.

                          "Pinheiro Machado dizia porque tanto ódio ao Rio Grande por parte de políticos do Norte."

quarta-feira, 28 de maio de 2025

A solução está no mercado.

         Hoje na imprensa notícia de que um deputado do Rio Grande do Sul, comenta a ´possibilidade de se criar um fundo de investimento para refinanciar mediante lançamentos de títulos resgatáveis em 20 anos.

          "Parece que estão começando a entender o regulamento do crédito rural e do Proagro.'

                          Diante do espetáculo que vive hoje o nosso Estado, como se o clima nunca anteriormente tivesse prejudicado a atividade agro, um Deputado teve a luz de pensar grande perante o tal importante setor primário, que é a base histórica da economia gaúcha.

                                     Este Estado é referência no Mundo, acorda Povo Gaúcho.

sábado, 24 de maio de 2025

Governo que houve a sociedade nem sempre acerta.

                        Para acerto de contas não se pode dar ouvidos a sociedade, a não ser que se governa em função das urnas.

                             Com isto em curso a Nação sempre ficará a mercê de interesses políticos ou de grupos econômicos.

                              A democracia deveria ser respeitada.

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Soja ilusão dos pequenos proprietários rurais.

           Soja é para as grandes áreas, hoje matéria prima para combustível. Enquanto se irriga milho se produz 250 sacas por ha, e soja dificilmente passa de 120 sacas.

            O grande destaque é a agricultura familiar. Os italianos comemoram 150 anos de imigração e festejam da colonia a agro industria. Enquanto o pequeno e médio se atola em dívidas plantando soja.

                  Ainda ha tempo acordar os pequenos e médios produtores do nosso Estado para a realidade;

                              "Produza alimentos."

quarta-feira, 21 de maio de 2025

STF e a ordem; e os advogados de defesa dos articuladores do Golpe; quase uma piada.

          Quando do Golpe, este ou outros mais, estes por natureza política tumultuaram a vida brasileira, porém este com a farra final do dia 8 de janeiro não passou de um amadorismo doentio, que revela que a política em nosso País de hoje ignora a política do passado.

                    "Um bando de despreparados que não entenderam até então o poder dos poderes explícitos na Constituição, e tentaram com um tumultuar a ordem constitucional, desde a posse do dito Presidente um falso golpista das areias das praias cariocas."

                                 Se não fosse trágico isto tudo como ainda passivo para as próximas gerações.

Com a inflação controlada, campanha eleitoral da eleição de 2026 deverá ter outros dilemas.

         O debate deveria ser de acordo com programas e as possibilidades de acordo com a Constituição. Quando se fixa em um tema como inflação, os votos são determinados pelo momento, e a eleição fica como uma nuvem a mais.

         Os programas partidários obrigações e metas são ignorados e com isto a eleição fica como mais um tema e não os ideais dos verdadeiros democratas em busca do bem estar da população, e ainda assim temos somente 30% de abstenção.

                          "Será que poderemos ainda ter tempos de uma boa política ? "

Movimentos dos agricultores. e indignações urbanas

          Não se tem maior admiração por causas rurais, nas regiões urbanas desta Pátria Brasileira. A riqueza que impera no campo, é uma agressão a miséria urbana nas periferias das cidades em todos os ricões do nosso País. 

         A ostentação é imperativo da grandeza desta atividade rural em todo o Mundo civilizado, tal França tal Brasil, porém os urbanos por estas bandas não são franceses, são brasileiros.

        O choque dos urbanos é inevitável, tanto é que Brizola já dizia; " esta gente de Copacabana acha que ovo dá em geladeira."

                             "Tudo isto é Tupiniquim."

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Secas e enchentes

     O Estado do Rio Grande do Sul, desde muito perde com secas e enchentes. Quem conhece a história deste Estado, que já foi celeiro do Brasil, sabe disto.

     As novas gerações devem prestarem atenção nos registros da história quanto ao clima, e ficarão sabendo, e se estudarem bem com a ciência e a tecnologia disponível hoje, e com estudos do Estado Profundo, considerando as causas públicas e econômicas e sociais deste Estado saberão como agir em diante. Assim como está, em um estado de pré destruição dos recursos naturais, será impossível um futuro promissor.

    Cabe recuperação de solos, estradas devem ser reconstruídas considerando os já incidentes registrados e suas causas. Controle das manutenções de barragens, recuperação de rios, e suas matas ciliares. Navegabilidade de todos os seus rios, onde é possível.

    Florestas e Biomas como prioridades, muito antes das lavouras, que deverão ter irrigação em uma super dimensão como em áreas desertas, onde se faz em vários locais do Mundo.

        "Este Estado é uma Nação, sem inteligência não se irá a lugar nenhum."

A crise na agricultura no Rio Grande não são maior os valores financeiros do que os patrimoniais.

            Alegando-se secas e enchentes, enquanto o valor da terra valoriza a cada momento. O pensamento conservador, que é uma das causas da estagnação em tempos passados da economia do Estado é a mesma mentalidade que pretende convencer o Governo Federal, que o Rio Grande do Sul está com a maioria de seus produtores falidos. Então explique como na revindicação da negociação em 20 anos, o limite por CPF é de R$ 5.000.000,00.

           Argumenta-se em cima de uma produção que corresponde a 80% das safras passadas, tendo maior furo, na cultura amadora da tal soja.

           A Região que mais perdeu com a cultura da soja, foi a das Missões, e a terra é oferecida ao mercado por 1.000 e até 1200 sacos de soja por ha.

           As terras na Região próxima a Porto Alegre estão com a cotação as quais a Fronteira arremeda, enquanto o valor histórico seria 2/1.

           Enquanto não houver capitalização com recursos de Fundos, a situação não se normalizará, diante dos resultados das políticas públicas do Governo Federal, as quais precisam de ajustes, estes ditos diariamente pela classe dos produtores, justamente os do nosso Estado.

                    Com isto devo esclarecer, que os grandes capitalistas do nosso Estado, estão procurando recursos para se expandirem via mercado internacional. Em Itaqui temos como exemplo, já de longa data a Camil, com fundo de investimento, de aproximadamente 35% de ações e com capital  aberto. 

                    A maior lavoura de arroz em andamento ou implantação para até 80.000 ha estão seus sócios procurando recursos de fundos de investimentos, nada mais nada menos que empresa de capital aberto com lavouras que somam mais de 700.000 ha entre soja, milho e algodão.

                   Já conhecido os fracassos em Cooperativas durante mais de 70 anos passados, a quebra de pecuaristas e  lavoureiros, não se limita as causas prementes, e sim a história nos ensina que nem tudo pode ser assim como o Vovô se fez capitalista tupiniquim, hoje os horizontes são muito largos e ficar no seu mundinho é simplesmente procurar encrenca a cada ano.

                     "A agricultura familiar hoje, é o maior espetáculo que temos o resto, é celulose." 

                   Com o valor da terra esta é a garantia, assim como o ouro e outros metais, agora os arrendatários sim estes simplesmente ainda não se convenceram que são sem terra e os primeiros a quererem terminar com o direito a terras.

                           Tenho dito.