.......ancorada no saber, entre Minas do Leão, Arroio dos Ratos e São Jeônimo, as margens do Jacuí, entre ocultos acontecimentos e discórdia, como exemplo de Sucupira e Antares.
Carvão e caldo de galinha, de preferência de rinha, visitada por autoridades, como atração máxima, um cabaré famoso, e rinhas de galo. E as famosas carteadas, algumas sistemáticamente de pois das 17 horas em ponto.
Com as minas exploradas por elementos de fora, empobreceram culturalmente diante da riqueza que propuseram aos outros. Fabrica de viúvas e mineiros inutilizados, que trabalhavam como escravos, por isto o nome. Minerolópis.
Minerópolis, sempre ancorada e olhando para o Jacuí, era praticamente visinha de seu próprio território, que como uma tripa, se estendia da Serra ao Rio, lá no alto havia uma colônia, que alimentava parte de outras cidades.
Com o fim da exploração do carvão, ficaram estagnados no tempo, e com o poder político concentrado, que passou dos mineradores para os políticos locais, que se adonaram das leis da riqueza, de terras e terresnos, protegidos por um poder político que iguinora a igualdade, até entre os mais abastados.
As marcas do passado estão todas na arquitetura e nas feições do Povo, sofrido, onde se perdeu todas a estrutura, de saúde, empresas e representação política, até perante as entidades regionalisadas como clubes de serviços e partidos políticos.
Não se percebe amor a causa, ainda estão de olhos em um carnaval sem samba, uma praia ao longe, e estradas por fazer, assim comocalçamentos distribuição de água para população e saneamento.
E a cúpula não se agrada do nome da cidade, uma eterna vila, as margens do Rio, que é um dos simbolos naturais do Rio Grande do Sul, sem porto e sem veleiros, o tempo passa e a mesma retórica do aqui não se consegue nada, continua.
É isto.