Com o ouro negro, em época remota, vieram para este município vários empresários e com eles vários trabalhadores para as minas. A riqueza do passado geralmente se observa na arquitetura, como estamos na beira do rio, e este tem seguidamente enchentes, foi construída uma Capela, longe das casas dos mineiros pois este tomavam banho no Rio, ou num arroio próximo um pouco fedido de nome Elipoço, que em homenagem ao nome de uma aventureiro da época, que pretendia chamar atenção da praia local, porém era um tal agente em turismo incompetente e aproveitador. Aí se nota as dificuldades para se desenvolver este local, as portas geralmente estão fechadas para tudo, menos para os aproveitadores do minério e seus pucha sacos.
Enquanto isto na colônia, se desenvolvia várias atividades, inclusive se ia seguido na Lagoa dos Patos, para aproivar os dias de verão, havia lá convivência com os comerciantes e industriais da Região da Lagoa dos Patos, até o sutaque era diferente.
Comunidades na sede do município era somente para os de mauzinhas final, contrariando a lógica do espírito comunitário, como na colônia.
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