O ambiente e o absurdo.
Este é o resultado da ganância, um ambiente devido procedimentos absurdos, ocorrendo com isto, um resultado indigno da razão, implantado pelo ser humano sobre a superfície da Terra; transformando tudo isto em um ambiente degradado. Os analistas de plantão estão em um meio do beste rol de retórica, que simplesmente denigre a atuação humana sobre a crosta terrestre. Não é possível se ler e concordar com meias palavras que os idealizadores de um Mundo melhor com estes mesmos querendo ditar normas, idéias, frutos de gastos desnecessários para a sobrevivência do ser humano e de outras vidas. O resultado imediato e necessário é o fim do desperdício e da ganância. Estamos diante de um quadro, que revela e demonstra uma humanidade abortista simplesmente, e está propondo aborto e mais abortos. Quem pensa desta forma, deveria ter sido o exemplo do aborto (reclame a sua mãe), antes de se pronunciar, e não estar aí querendo liquidar, com que é da própria natureza, isto é lógico sustentável e plausível, unicamente, a sábia reprodução de tudo e de todos.
A partir do controle natural e político das riquezas naturais, e reaproveitamento dos resíduos, além de preservar a vida de todas as formas, o Planeta recomeçará a ter o homem como seu protetor em nome do Criador.. Assim este escrito, pela divindade e pela sabedoria humana, e isto se comprovará a partir do momento das consciências políticas ambientais em acordos e de tratados possíveis, globais, hoje em debate. A renúncia de determinados procedimentos é de premissa diante deste quadro demográfico, que soma sete bilhões de seres humanos, com projeção a curto prazo para nove bilhões.
Enquanto não buscarem, as lideranças mundiais, com acordos considerados reais diante do imaginário político com a base do saber científico e divino, não teremos sucesso com a vida em todas as suas instâncias, porque considerar tempo desperdiçado ao desenvolvimento contra o não desenvolvimento, trará somente desconforto e injustiças sociais e humanas.
Em 19 de junho de 2012. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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