terça-feira, 11 de setembro de 2012

As eleições desnudam o pretenso Rei.

                                                         As eleições desnudam o pretenso Rei.


                                                         É por certo intrigante aos Reis do pedaço, quando se acham e quando exercem cargos eletivos e partem auspiciosos para uma gloriosa reeleição. A maior pesquisa e aprovação de seu governo é por certo a reeleição, esta como aprovação popular dita legítima com eleição legal, tem com isto como uma passagem para a glória do administrador público, que cumpriu o seu papel. Infelizmente a eleição fica sob o olhar condenatório da justiça eleitoral,             quando em busca da reeleição o candidato com pretensões de Rei, usa a máquina pública para isto, e os chefes dos partidos com cargos na Câmara Alta da Nação usam esta eleição para lastro de suas reeleições no próximo pleito para aquela Câmara e o Senado Federal.

                                                        Bem a população oprimida do País, com um analfabetismo crônico e histórico, como programa de Estado, que o próprio Estado, não tem o porquê de corrigir, devido aos interesses dos que se apegam ao poder, ignorando os donos legítimos destes que é o Povo, que está aos poucos se libertando da opressão dos partidos e de seus partícipes, os políticos. Diante da tecnologia de comunicação, da música e dos canais privados de comunicação como está disponível a internet atualmente, que é um  dos instrumentos de libertação. A comunicação dentre os oprimidos está interligando e oferecendo a oportunidade de qualquer um ter opinião própria diante dos noticiários, não somente hoje da imprensa especializada, mas das redes sociais, estas mais fidedignas para o cidadão comuns, sem instrução, e que sem emprego a cata de serviço como diarista dia e noite para sobreviver.

                                                                         “Com o Povo bem informado, só tem um perdedor na eleição, é justamente o Rei que busca a reeleição.”

Em 11 de setembro de 2012. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.


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