quarta-feira, 31 de julho de 2013

Safra futura será record, e sem mercados.

                                                                   A farsa, ou as faltas e erros, da administração pública,no Brasil, é de fato algo maior do que se pode imaginar. Agora divulgada com otimismo de Estado como consolidação de uma política de abastecimento, o Governo Federal anuncia mais uma safra record, diante do sucesso que está a agricultura nacional perante um mercado interno e externo, intenso e otimista, como se perpetuado. Muito bem poderia-se considerar os prós e os contra ao  agricultor, mas não, somente e sempre os resultados favoráveis ao Estado, tanto comerciais e financeiros, e resultados que com fartura de produção que são, contra inflacionários um dos fatores reais da popularidade que interessa ao Governo, principalmente o atual, que se apresenta somente populista, quanto a agricultura e capitalista quanto ao setor industrial. E quem paga a conta é a agricultura, apesar dos infortúnios que sempre vem a carregar.

                                                                   As políticas públicas não contemplam a logística nem a armazenagem dos produtos agrícolas no País. Os financiamentos persistem com baixa liquidez por parte dos produtores, e segundo o Governo a agricultura vai bem, mas não reconhece que os agricultores, não estão bem. Já é previsto para 2014, uma grande renegociação de dívidas dos agricultores brasileiros, e uma queda de preços dos produtos agrícolas; hoje no café, no milho e na soja segundo divulgado pela imprensa.

                                                                  A Nação não consolida nenhuma atividade com segurança tanto privada como pública no território nacional, e o Governo financia empresas para atuarem no exterior, e por certo as incertezas devem ser maiores. Com isto os números, manipulados, a cada ano do PIB, mesmo sendo seu crescimento vegetativo, temos vários itens a considerar como problemas, finanças, logística, tecnologias de ponta não aproveitadas, e mercados, entre outros como tributações etc....

                                                                  O Código Florestal, parecia que seria um disciplinador para as atividades agro pecuárias do Brasil. Mas não a exorbitância do ilegal a qualquer preço continua, tanto quanto os direitos constitucionais dos que produzem como um dos itens principais,os controles de qualidade e sanidade dos produtos agropecuários.

                                                                   Com isto vem todos os anos, os alardes do Governo, hoje mergulhado em uma inflação incontrolável, com a tal safra agrícola e pecuária, com os índices de exportação  desta atividade natural desta natureza brasileira, financiando a balança comercial e as finanças impagáveis que são as contas da Pátria dos Brasileiros.

                                                                    Não bastasse isto vem o CNA, representada por uma diretoria de ventiladores políticos, conectando com o capital internacional, mercados que irão concorrer com os produtos brasileiros, como é o caso do arroz do Mercosul, Café de além mar , assim como foi a borracha no passado. Desenvolver mercados concorrentes e não garantir o preço mínimo dos produtos, simplesmente quebra os produtores com alto índice de produtividade e com o mercado em baixa de preços que é justamente o ponto crucial,que se objetiva para manter preços razoáveis nas prateleiras do comércio de alimentos.

                                    "Agora estamos em um estágio de humildades, pós visita do Papa Francisco, numa destas a nobre classe desclassificada política e administrativa do Brasil, olhe ao menos por algum instante para os que colocam alimento nas mesas dos restaurantes e refeitórios dos brasileiros, com humildade e sem maldade, basta."

Em 31 de julho de 2013. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.


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