Inflação do campo até as prateleiras do supermercado.
Com a exportação de
grãos, e com o nível baixo de estoques, tanto é que a lavoura de feijão em
colapso, está o brasileiro se alimentando de feijão importado., e com isto a
inflação recomeça alimentada pelos índices do campo. E este campo é que mantém
as finanças internacionais do Governo. E assim é que o Governo Federal conduz a
política agrícola do País, sob comando mais que nunca do capital internacional,
agora com a soja e o governo Chinês, financiando esta lavoura, e exportando
feijão preto para o Brasil. Isto é quase que um total desmando, ainda mais
diante da propaganda oficial, que diz ter dado estabilidade econômica aos
pequenos e médios produtores, se assim fosse deveriam ter um programa de
produção voltada ao feijão, tão necessário ao alimento do Povo Braseiro e as
crianças da Pátria amada.
Com a
lavoura de arroz se sustentando pela produtividade, e alguma exportação, mantém preços razoavelmente de acordo com os
ganhos salariais da população ativa e não é um colaborador final de aumento do
índice de inflação, mas quanto aos insumos necessários para a produção estão
sempre estes acima dos índices inflacionários, anunciados pelo Planalto.
Em compensação, são alarmantes os resultados
negativos, do preço dos produtos derivados da soja nas prateleiras do
supermercado, diante da produção crescente e da produtividade, que é somente
para benesses do Povo Chinês.
Os arrendamentos são de acordo com a euforia
da conduta chinesa, tanto é que a Argentina está perdendo os investimentos dos
grandes produtores estrangeiros, de soja, diante dos preços estabelecidos de
arrendamento, de 37 sacos por há, mesmo caindo de valor estes para 25 sacos, os
estrangeiros diante do caos econômico e social do País, “amicus curiae” do
Brasil, diante do aval internacional proposto aos americanos, estão com isto
abandonando as terras fertilíssimas daquele País com fronteiras limítrofes com
o Brasil, e a opção é o Brasil, e por certo que irão provocar índices
inflacionários nos rincões agrícolas de terras dos últimos redutos agrícolas do
Brasil; mas tudo pelo mercado, e não a favor dos índices de inflação que até
então eram estabilizados pelos valores do campo. Isto demonstra que até os aplausos
do Governo Federal, até nisto são falsos.
Além do mais o Brasil, tem uma infra-estrutura
precária e inflacionária, diante do atraso técnico e de demanda, falta
investimentos e programas para tal, e com isto manter um razoável fluxo de armazéns
e logística para assim continuar aumentando a produtividade e a extensão em
terras ainda disponível, para agricultura. Fora outros aspectos de cunho fiscal
e de qualidade de alimentos, como a vigilância sanitária, que esta é tão
desprezada e com falta de funcionários e estrutura, que vem constantemente
provocando desconfiança da atrasada e arcaica Rússia.
A relação dos alimentos produzidos no País, todos tem problemas seriíssimos,
financeiros ou de produção e estrutura, assim o Governo se valendo dos braços
fortes do agricultor, faz com ouvidos de mercador, as reivindicações do homem
do campo, mas este hoje não é mais o colaborador dos baixos índices de inflação
e sim mais um instrumento descontrolado, além do cambio, para a inflação
galopante que é o maior distribuidor de miséria a qual o País, ha tempos atrás
sofreu, e este Governo que só se preocupa com o poder pelo poder, está a deixar
a Nação novamente mergulhada nesta terrível crise; a inflação.
Em 19 de março de 2014, Pela
Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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