A marca da tortura em tempo de democracia.
A ditadura por uma questão de princípio usa todo o tipo de truculência
contra seus adversários e estes usam como palavra comum de suas lutas ditas não
intestinas a palavra democracia.
Segundo me consta quando se defende uma democracia, não se pode permitir
exercendo o poder, dito este legítimo apesar da urna eletrônica e esta tendo a
marca suspeita, e por ser suspeita já agride a democracia, como permitir
qualquer ato que determine o ir e vir de um cidadão que cumpra com suas obrigações
diante do regime proposto; a democracia.
A Nação não agüenta mais
tanta mentira e a ser torturada com estas mentiras, indignamente nesta altura
dos acontecimentos sendo rotina e usurpação dos membros, contra a lei e a
Nação, instalados na cúpula do governo e do partido que está dizendo e fazendo
em nome da Pátria e que faz o que bem entende.
A tortura e o caso Celso Daniel, é uma marca
não esclarecida, enquanto as torturas praticadas nas ditaduras brasileiras são
todas reconhecidas, pela mesma turma que hoje lamentavelmente destrói a Nação,
com torturas de todas as procedências possíveis, desde a segurança até aos
reconhecimentos dos direitos dos trabalhadores aposentados e abandonados da
Pátria amada dos Brasileiros, que hoje estão com dificuldades de acreditar em
um futuro melhor para seus descendentes.
“ Isto prova que a
ditadura se perpetuou, desde a urna eletrônica e nas ações dos governantes
atuais, instalados no Planalto Central, dito em um regime que procura a
democratização do País a qualquer preço, desde que por certo diante da eterna
ditadura proposta pelos ditos seus adversários políticos; não passam de
pilantras estes gestores atuais em questão, e o Dr. Leonel Brizola tão
homenageado, ontem, hoje e por certo sempre. em campanha eleitoral diante da
primeira eleição para presidente, ao qual o Povo elegeu Collor, avisou não
entreguem o País a estes pilantras, cá está hoje a verdade do dito Caudilho do
Rio Grande do Sul.”
Em 12 de abril de 2014. Pela Liberdade do
Brasil, Francisco Berta Canibal.
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