domingo, 18 de maio de 2014

Ex- Presidente Collor, o maior destaque político.

                                    Ex-Presidente Collor, o maior destaque político.

                                    Impressiona a postura de Fernando Collor de Mello, diante da realidade que enfrenta e enfrentou, como Presidente  da República deposto. Bem demonstra que foi criado e orientado por uma escola política baseada nos fatos e acontecimentos da vida brasileira do início do século passado e caracterizada como um político de formação como foram os grandes líderes de  nossa história até os anos cinqüenta daquele século. Hoje existe e persiste infelizmente, uma maioria  que são de formação de um arraial do nada, isto é frutos de uma escola pífia pública e política, manipulada.
                               “Todos sabem que sempre fui contra a candidatura Collor a Presidência da República, por várias razões, que se comprovaram, mas com isto não posso deixar de reconhecer a capacidade deste Senhor de se postar como um verdadeiro e legítimo político de formação, dos anos aos quais citei em parágrafo anterior a este.”
                            Em seu discurso desta semana no Senado Federal, comentando a sentença do STF, em seu favor, declarou em bom tom que existe uma semelhança entre o golpe militar de 1964, e ao golpe ao qual sofreu como Presidente da República, igualando aos dois fatos como golpe, dito aquele como ilegal e sua deposição também, dado ao apoio popular e da mídia nos dois episódios que marcaram a história política da administração pública do Brasil. Cita ainda baseado no que foi feito ilegitimamente e que se conte com a verdade, os fatos julgados, os fatos como realmente ocorreram, para simplesmente com a verdade histórica e não com interesses escusos aos interesses legítimos e constitucionais da Pátria.
                                                   “Lhes digo, neste simples artigo de quem observa tranqüilamente e sem alarde os acontecimentos, e reafirmo, com toda a sinceridade a pobre Nação a cada dia se surpreende mais e mais com os segredos supremos do tal regime democrático implantado no País, baseado infelizmente em uma grande mentira, esta é que a grande resguarda dos “interesses” dos que se lançam na atividade pública em busca do “nada”, e este “nada”, que poderia ser ao menos um nada, pela ignorância de alguns, é simplesmente os direitos constitucionais do cidadão comum, que são causas pétreas Constitucionais ignorada a toa da administração pública dita severa, mas simplesmente tosca e implacavelmente desumana e ilegal,, que “ninguém”, e simplesmente “ninguém”, dos notáveis representantes até aqui ao menos diante da Constituição de 1988, teve a coragem de defender, cá está a oportunidade do Senhor Collor de Mello, será que o fará, ou só defenderá os seus perpétuos interesses até então, que estão definitivamente provados a defender, sob sentença do STF.??”
                                               Não resta nenhuma dúvida sobre o fracasso da geração de notáveis políticos tal como Collor, criada, com favores regimentados pelo regime militar implantado em 1964, mas as dúvidas e as provas da tal normalidade que não é, e que é imoral constitucional premente, que é a plena democracia proposta constitucionalmente de 1988 não estão a garantir nada além de uma grande picaretagem instalada, ao qual o próprio Collor é um dos grandes colaboradores devido aos seus interesses complexos e explicáveis diante do regime ao qual foi forjado como político este o regime ditatorial de l964. Com isto as semelhanças de favores se completam, em uma grande farsa a qual o Povo iludido paga a conta, além dos recursos financeiros, com a própria vida, rotina entre nós Brasileiros, a insegurança jurídica, policial e constitucional instalada, hoje, que nos leva a crer infelizmente, dos desígnios malignos da Pátria amada dos Brasileiros, vítima das ações predatórias dos seus próprios filhos.
                                                            “Itamar Franco, um estadista por certo os historiadores reconhecerão, e por certo uma lacuna, ao meio de tanta farsa.”

Em 18 de maio de 2014. Francisco Berta Canibal. Pela Liberdade do Brasil.

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