A BR-290, cruza o Rio Grande do Sul, de Leste a Oeste deste rico território com suas primorosas pastagens, que apesar da degradação destas com ervas e pastos invasores tal como o capim Anoni, ainda apresentam resultados estas uma qualidade de alimentação aos bovinos que possibilitam uma produção de carnes e couros, que concorrem com os melhores rebanhos do mundo.
Com isto temos vários frigoríficos de pequeno porte, que consomem um razoável número de bovinos durante o ano, e com isto dificultam para os grandes frigoríficos uma produção de escala que viabilize estes. Assim é e sempre foi o dilema do Frigorífico de Alegrete, a concorrência de pequenos frigoríficos, desde a sua fundação a mais de trinta anos.
Ao longo da BR-290, os pequenos frigoríficos, e que temos conhecimento e o Governo deve ter, que os custos destes frigoríficos é muito baixo, e o consumo das população em torno destes pequenos são de grandes consumidores de carnes e com isto se percebe a subsidiariedade que é próprio das pequenas cidades ou comunidades no nosso Estado.
Como a diversidade da atividade dos grandes frigoríficos é o tal valor agregado, comporta o aproveitamento de todos os sub produtos e industrialização de carnes, isto é necessário ao bom funcionamento operacional das grandes empresas, e com isto os grandes devem ter consciência do abate em escala e da agregação de valores em seus produtos, e sair definitivamente da mediocridade do grande marchante, que este estágio é simplesmente para os pequenos, sendo de ponta como butiques de carnes nobres, ou simplesmente um açougue de periferia; tenho dito e não é de agora.
"E os erros, infelizmente, continuam ocorrendo em Alegrete"
Em 12 de setembro de 2014. Francisco Berta Canibal.
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