domingo, 14 de dezembro de 2014

Parece-me que estou sem chão.

                                                                    São tantos os problemas econômicos e sociais, que estão preocupando os brasileiros mais atentos, que estou me sentindo sem chão. Aqui no meu Rio Grande do Sul, onde sempre se cultivou a coragem e as iniciativas necessárias a cada momento da vida pública brasileira, estou simplesmente mergulhado em um mar de preocupação permanente..

                                                                        Para mim o Brasil e o Rio Grande do Sul, simplesmente apesar dos investimentos dos últimos cinqüenta anos, e que levaram esperanças múltiplas como o País do Futuro, tenho a percepção que até hoje continuamos simplesmente em berço esplêndido e temos só o crescimento que a natureza e Deus nos deus ;isto é um crescimento vegetativo.

                                                                          E explico,;como uma Nação será livre e seu Povo livre, se as instituições e os responsáveis por elas não são dignos de seus cargos. Como poderemos evoluir se ao exercer a cidadania, a maioria não sabe distinguir a ignorância do saber. Sem o saber e a percepção das coisas simplesmente não se anda para frente, acreditar em mentiras e em inverdades permanentemente, não leva a nada à um Povo e simplesmente perpetua sua escravidão, em um momento a liberdade se esvai depois de um pequeno momento de glória; que foi o caso das diretas já e da promulgação da Constituição de 1988.

                                                                                                   "Tudo que li, vivi e observei durante estes meus 67 anos, nunca poderia imaginar que hoje poderia dizer isto, quanto ao cidadão que está sentindo ao menos por um momento, que já é uma tortura; estou sem chão."

                                                                                                          "MAS LHES DIGO, DEUS É BRASILEIROS, UM BOM DOMINGO A TODOS, FIQUEM COM DEUS."

Em 14 de dezembro de 2014. Pela Liberdade do Brasil, Francisco Berta Canibal.

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