Livres são os que vivem, como um jardineiro que faz seu serviço, cobra e recebe e vai para casa, livre como um poeta que fala de amor, livre como um pássaro, assim que se pode se considerar uma pessoa livre, este sim é que conhece a liberdade.
Quem disse que a liberdade é exercida para quem é jornalista e divulga o que acontece em volta do Mundo, este Mundo tão pequeno, que em segundos se divulga algo acontecido, em todos os seus recantos diante do avanço da tecnologia em comunicações. Está preso o jornalista, o comentarista e o cartunista aos acontecimentos e sua opinião é uma escravidão que pode estar amarrada a sua consciência.
A liberdade ronda os humildes, estes quando sabem, o que se faz e o que se escreve, e o por que do valor do que escrevem e falam, por que estes não se curvam diante de empresas que visam lucros como as empresas jornalisticas do nosso Brasil, artífices de colocações políticas que agridem a democracia, hora para um lado, e hora para outro, com personagens montadas artificialmente que dizem o que podem dizer, em um cartel de intrigas, e muitas inverdades. Estes não são livres, por não conhecerem a liberdade, de um ser humilde, de um poeta, e de um jardineiro, entre muitos outros que poderiam ser citados.
A liberdade, é como uma poesia, é como um animal selvagem, é como um nascer e um por do sol, é como simplesmente nascer alguém, este alguém sem ser ou não ser ninguém,, como na rapsódia de Ulisses, sim é livre por não ser ninguém, e este no momento de não ser ninguém é o elo maior para a liberdade.
Em 18 de janeiro de 2015, Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
Em 18 de janeiro de 2015, Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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