Felizmente a mulher, um ser sagrado, foi criada para honrar a casa e a família. Neste dia oito de março que se comemora mais um dia em homenagem a mulher, temos como resultado prático republicano a desmoralização dos poderes da República do Brasil.
Esta Nação, nossa querida Pátria Amada, mãe cívica dos Brasileiros, deste Povo dito e havido como solidário e alegre, entre muitas virtudes, e alguns defeitos primários e não consensuais, vive hoje um tempo de incertezas e maldades que são in contextuais diante da mulher brasileira que saiu de casa para participar dos infortúnios da política brasileira.
As homenagens as mulheres são hoje limitadas as suas funções nas ruas, nas avenidas, nas casas comerciais e industriais como de sucesso e na política como um ônus que jamais poderá ser explicada, ao menos para as novas gerações que se chegarem ao nosso convívio, tanto do o familiar como o público republicano.
A casa da sogra é como um freio aos abusos do próprio galanteador que se posa como soluções a moça a ser desposada, amada e resolvida como mulher, mas estas mesmas senhoras que determinam respeito e por isto os ditos carinhos de casa da sogra, eminentemente saíram as ruas para se juntarem ao tradicional bacanal de Brasília, contado há muito tempo, pela literatura clássica brasileira, e isto há mais de sessenta anos..
Uma das luzes da esperança da moralidade pública estava na presença das mulheres que se destacaram em suas comunidades e foram levadas pelas urnas para Brasília, mas a decepção chegou muito antes das oportunidade de algum cronista perceber que isto é mais um instrumento e me atrevo a dizer "machista", que usa a retórica dos direitos de gênero para se aproveitarem da Nação, coisa que muitos não conseguiram conquistas com suas firulas para com a mãe da mulher amada.
"Parabéns as mulheres que honram suas funções orgânicas e sociais, que Deus as abençoe e que perdoe as que se deixaram levar pelo infortúnio que vai além de uma prostituição de esquina em alguma avenida do Mundo."
Em 7 de março de 2015. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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