Não basta a falta total de fiscalização que ocorreu em determinados setores da indústria de alimentação, ao longo dos últimos anos, quando não é um produto é outro, o governo federal e seus órgãos ditos competentes, colocaram os pecuaristas em uma situação talvez de insolvência. Não é possível, que alguma atividade que é difícil e demorado conseguir produtividade e qualidade como a pecuária bovina, e saudada pelo governo como uma das principais atividades no campo, deixe ficar neste estado de coisas, levada pela corrupção e pelo desleixo do próprio governo.
"O relatório de Evaristo de Miranda; Alimentar o Mundo, publicado em 26.09.2016, com explanação na comissão do Senado Federal, deveria ser conhecido pelos líderes do setor agropecuário de nosso Estado, como bases de exigências para estruturas de produção, de logística e principalmente de fiscalização, sanitária e fiscal"
Quando do fechamento de contas os governos comemoram o resultado do campo, o dito agronegócio, e o peso positivo tanto no mercado de abastecimento quanto nas contas financeiras internacionais de exercícios anuais do Estado Brasileiro.
Temos que ter a consciência que estamos sob regime totalitário onde os governantes se colocam em um patamar acima de qualquer direito e dever com o Povo, consequentemente, muito acima dos produtores, que por uma questão de tempo e natureza. não podem estar esperando por benesses ou atuações governamentais, que deveriam ser ao tempo certo. O que ocorre é que o setor está muito endividado, e que com este estado de coisas, desprezo por parte do governo, simplesmente perplexos estão produtores diante da crise instalada, diante de um Ministério da Agricultura, que mais parece um teatro de Kátias e de Mágis.
Com isto tudo desabou o mercado de boi gordo, e agora quem paga a conta?²??
"Fica o produtor, a mercê de um mercado suspeitíssimo, e os prejuízos de vendas sem liquidação já se tornaram caso de polícia."
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