A um Estadista.
A Nação perplexa assiste aterrorizada a desorganização do nosso País, para enfrentar uma guerra e ou uma catástrofe natural e ou programada, como parece ser esta do vírus desconhecido.
Mergulhado num quinto mundo, onde o Povo passa miséria, estamos perplexos por simplesmente termos na maioria das vezes assistindo os concidadãos e governantes atuarem sob o guarda-chuva do egoísmo e de um individualismo que compromete todos aos regulamentos e até a lei maior do País.
Um Estadista neste momento deveria considerar a necessidade do Povo não passar fome, seja quem for, principalmente os que se dedicam a iniciativa privada, esta que é a locomotiva da Nação, que com sacrifício mantém a maioria dos recursos do Tesouro.
República, Democracia seguridade social, é condição primeira para uma Nação dignificar seus concidadãos. O auxilio emergencial deveria ter um valor de no mínimo um mil reais, que com isto não haveria fome. Desprezado o programa de renda mínima, este hoje faz falta, para se manter a Nação operando mesmo com restrições.
Inflação é o maior produto de importação hoje em nosso País, exportam tudo que deveria estar na mesa dos Brasileiros, com isto tratam o tesouro como um marco para pagar salários e despesas assim como aposentadorias indevidas do setor público, enquanto a massa popular que é o Povo passa fome há décadas.
"Se fazer de desentendido e se fazer de Estadista, é o quadro de fantasia do Presidente da República, que como bom representante do RJ, não passa de um simples malandro que não respeita regras e determinações legais, e com fantasia de Estadista, e a Nação que paga a conta, e nesta marcha chegaremos a mais de 1.000.000 de mortos seguramente."
A soberania se deteriorando perante a dependência externa.
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