O Presidente da República ontem no Congresso disse;
"Com a solução do adubo e do diesel, e com as medidas adotadas teremos nos próximos meses a queda da inflação e até deflação."
Considerando que Guedes e o Presidente, não estão de delírios ao menos desta vez e os acordos sobre fertilizantes e grãos estão sendo celebrados, inclusive com Rússia-Turquia e Ucrânia, assim como a Arabia Saudita hoje é importadora de gás e petróleo, diante tudo de uma realidade, onde a Europa irá aumentar a queima de carvão.
A queda do preço dos alimentos é uma questão de pouco tempo, a realidade da lavoura de arroz é um desastre, hoje para produtores e consumidores. O que irá ocorrer diante de delírios com uma deflação, onde já se percebe em alguns seguimentos da economia, mesmo com esta inflação de consumo de 12% e a industrial de 18%.
A deflação dita pelo Presidente, que se torne um fato diante dos acontecimentos e principalmente do eminente fim do conflito com a Ucrânia e o poder político e econômico diante do acordo Rússia-China, que tem que ser considerado.
A recessão no Brasil, irá a um índice inconteste diante da realidade internacional, ainda mais com este juro americano em alta, temos exemplo do caso do Governo Figueiredo, e o Presidente comemorando como que uma deflação, não ser muito pior do que esta inflação que se aproxima do controle.
Exemplo; óleo de soja em baixa, carnes em geral com preços estáveis, ovos e leite por certo estão no preço máximo, pois com mais aumento cairá o consumo, e o arroz em baixa dado a grande importação que hoje ocorre.
A deflação restringe o comércio, pois o que comprarei amanhã será mais barato do que comprando hoje, e os orçamentos domésticos estrangulados, o brasileiro sabe como fazer,e o Presidente está comemorando o que, ??? já que tem certeza que irá vencer a eleição com maioria no Congresso???
"A economia brasileira, terá 2023 um ano que marcará na história, mais do que o ano da pandemia, quem viver verá."
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