Sem projetos pecuária do Estado continuará decadente.
O Estado do Rio Grande do Sul, vem perdendo espaço nos mercados de carne bovina, há décadas, como um pinga gotas.
O caso do foco de aftosa em 2001 foi um desastre.
A lotação de gado no Brasil Central, supera os estoques do Rio Grande, Santa Catarina e Paraná.
Estamos diante de uma meta que é carne de gado europeu, ainda tradicional e preferida contra a cruza do zebu com raças europeias, que se" igualam "aos cortes de carnes das raças puras europeias tradicionais do Pampa Gaúcho.
Os custos de produção derrubam a competitividade do Estado mediante o poderio econômico e político do centro do País.
"Só tem uma saída, muita qualidade e precocidade, e alimentação adequada ao ruminante."
Dizem que só sobreviverão menos de 40% dos pecuaristas a partir deste ano com base de 10 anos passados.
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