segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

No poder econômico carne é destaque, sem a presença do pecuarista.

      No momento que o boi passa a porteira da fazenda, se torna uma mercadoria valiosa e disputada, somente o pecuarista não sabe disto e não participa dos lucros quando da industrialização das matérias primas pós abate do animal.

      Assim como o arroz é possível se elaborar mais de cem produtos e muitos não sabem, assim é com o boi.

     O coro já foi considerado moeda, no tempo que morria muito gado devido o inverno e ou período de grande secas, se tinha a safra do boi gordo e vacas descartadas, safra da lã, e safra do couro, que sempre valeu muito. Só que tem um detalhe até hoje não se investe na qualidade de couros, quando da criação do boi, a tal marca é um dos péssimos resultados.

    Assim com a relação de produtos que dependem do boi, para a indústria, deixaria muitos pecuaristas indignados. Informações desta semana dos EEUU, pecuarista revoltado pois afirmou que estava recebendo 20% do que os frigoríficos poderiam pagar pelo boi.

    Quando o governo militar financiou as cooperativas de carne, no RS, o amadorismo levou todo este investimento subsidiado para a falência dado o amadorismo dos pecuaristas e isto parece se perpetuar no meio rural. Alguns conseguiram sair do quadrado, porém uma minoria.

              Afinal Dr. em pecuária não existe, e sim acadêmicos herdeiros de fazendas que não tem nada haver com a realidade da exploração pecuária.

              Enquanto isto o diretor do JBS, negocia em nome do Governo Brasileiro, além do Itamarati.

                           O poder nas mãos dos poderosos, e esta realidade depende da ignorância do pecuarista. Já houve um presidente pecuarista que era inserido no processo frigorífico, e foi deposto com aplausos dos pecuaristas.

                     E o problema é mais grave pois não se pode nem alerta-los.

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