domingo, 6 de maio de 2012

Juros.

                                                          Juros.

                                                          Quando do plano cruzado, as taxas de juros foram reduzidas, e houve a retirada das aplicações da poupança, e compra de ativos. Com isto surgiu no mercado o ágio. Alguns observadores mais atentos, dizem que o brasileiro, iria arrumar uma fraude para tapear o controle do governo. Eis o ágio.
                                                         Jamais poderá dar certo corrida para o consumo. Todo o governo que levar os eleitores a acreditarem em suas fantasias de consumo, será castigado. Com isto os juros sobem, e as instituições ganham mais com juros e com serviços. Quando do tabelamento de juros, as instituições financeiras, passam a ganhar com suas linhas de serviço. Isto é mais antigo do que as Pirâmides do Egito. Mas temos que admitir para quem descobriu o Brasil há pouco mais de nove anos não se pode cobrar muito, mas assim mesmo, não basta o dito tem que demonstrar o feito. E isto se aprende estudando.

                             “Depois desta que mais se pode esperar, de um governo que não governa, fala mal dos grandes e financia os grandes, abandona a agricultura familiar, especula com câmbio, sussurra ameaças e não o faz, e fala em democracia e não demonstra a verdade do presente. Entre muitas coisas mais, mal contadas. Puff.”

         6 de maio de 2012. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.

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