Votando e discutindo a Escravidão.
Nas terras onde já se lutou e se amou a liberdade que é a Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, persiste apesar das lutas e glorias do passado o trabalho escravo. Diante deste quadro, se ouve determinados delírios da tribuna da Câmara Federal, e com isto é evidente e deve-se acreditar que temos determinados deputados que se escravizam, diante das máfias que representam naquela casa Legislativa.
Se existe uma cartilha apresentada como norma que determina o trabalho escravo, em debate e votação, se aprovada na Câmara, é bom que esta não seja aplicada nos rincões desta Pátria dita e havida como livre e amada. Determinados conceitos e normas da Lei maior do trabalho, em vigência no País, não é respeitada nem pelo governo, que é o caso dos professores, e nem nas casas comerciais, em todas as cidades brasileiras. Então no campo, é caso de expropriação, assim como na cidade, assim como nas cozinhas das casas dos ditos cidadãos honrados deste triste a abandonado País.
Interessante que determinados artistas da política brasileira, que não são poucos, estão se preocupando com a França, e com a Grécia.
O artigo de J.R. Guzzo, da veja edição de número 2.268, desta semana, a qual tem na pagina de face, que demonstra os que ainda navegavam nas águas da cachoeira, com procedimentos e discursos brilhantes, que seriam bem próprios, estes, de quem deveria estar olhando para baixo, não para a França.
Diz o Senhor Guzzo, entre outras coisas: - “A soma de todas as dificuldades da França, considerando-se a vida como ela é, parece uma brincadeira quando comparada à de certos Brics, a começar pelo que é representado na letra B.”
“ É urgente parar com a brincadeira, e olhar como é a vida, neste B.”
08 de maio de 2012. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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