O poder humilha a oposição.
Durante o regime de 1964, foi assim, com os valores morais e éticos da oposição, a venda, curvaram-se muitas lideranças aos que detinham o poder, com raras e honrosas exceções. Não bastasse a ditadura Vargas, e assim mesmo, persistiu o mesmo sistema. O País continua, hoje, como um simples balcão de negociações.
Agora com esta história, a qual tramita em julgamento do STF, do processo 470, enumera-se mais um capítulo da grande mentira que vive o País, nos últimos anos, desde o descobrimento, a eterna colônia, e principalmente depois da proclamação da república, com sua utópica democracia a ser consolidada, a pouco preço. Não se consolida nenhum regime dito democrático e legal, com este leviano preço barato de seus representantes escolhidos pelo voto universal, por seus dignos concidadãos e trabalhadores representados, perante hoje aos poderes da república, assim como no passado, nesta dita amada e democrática, como, humanitária, Nação.
Sempre foi assim, beijar a mão do representante casual, do poder, e este deliberando promessas e verbas, para quem se curva ao poder. O preço é muito baixo; quantos mataram hoje? Quantas crianças estão sem escola? Quanto, em valores reais tirados do tesouro nacional, para o banco de desenvolvimento, ao qual liberara para os empresários vinculados ao capital internacional? Quantas pessoas e concidadãos aposentados estão sem remédios? Quantos acidentes ocorreram este fim de semana? Quantos passageiros estão à espera nos aeroportos, que hoje é dito que o transporte aéreo é validado como um dos transportes popular? Quantos, contribuintes, sofreram mais um apague de energia esta madrugada? Quantos e mais quantos, irão votar hoje em promessas que jamais serão cumpridas? Quantos por certo não falam por já terem suas consciências compradas, com dinheiro público, em troco das ambições que são somente traições e mais traições com as causas públicas brasileiras.
“Mais que nunca a mobilização, das lideranças e das massas populares, teria de ser pela Pátria, pela Nação e pelas criaturas que estão sendo criadas e educadas neste País. É necessário e fundamental, criar uma geração de sábios e de legítimos brasileiros, mas para isto temos que ter representantes, na iniciativa privada e no setor público, com honradez e equilíbrio, sem a busca de valores menores, e não mais ninguém servir-se da Pátria. Haverá de ter esta Nação, uma geração de homens dignos, que por certo terão como objetivo, uma simples meta que deverá ser e ter com a graça do criador, a eterna vigilância como norma, pela liberdade do Brasil.”
Em 28 de outubro de 2012. Francisco Berta Canibal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário