sábado, 3 de agosto de 2013

A banalização do cargo de Presidente.

                                                                    Depois de Lula, a Presidência da República virou uma colcha de retalhos, um cargo em desmoralização, assim como fica uma torcida de clube de footbol quando o técnico faz todos de idiotas e não arruma o time e só quer salários e indenizações, assim ficou, o cargo, ao Povo Brasileiro; não mal comparando.
                                                                   Estamos há poucos meses das convenções partidárias para escolha dos candidatos a Presidência da República, e até agora não surgiu nenhum nome capaz de unir o Povo Brasileiro e criar um estado de ânimo que leve a esperança de dias melhores, em todos os aspectos.

                                                                  O candidato teria de ter um aporte popular a partir das bases dos partidos políticos, se estes tivessem respeito ao Povo Brasileiro. Estas instituições estão em frangalhos e não respeitam suas bases, só se tem resoluções de cúpula e estas estão todas comprometidas com as  indigestas atitudes de seus dirigentes, aos interesses coletivos e legais, comandadas por corruptos de várias cores, que fazem e acontecem nos territórios do Planalto Central.

                                                                  Banalizaram a Presidência da República, não tem o Governo Federal, como agir, dado o estado de calamidade política e administrativa, que vem desmoronando desde o fim do mandato de Itamar Franco. Não que tudo que se fez foi errado e com vantagens a grupos e a elementos dos governos até então ,mas as atitudes comprometendo com um viés de falta de credibilidade e transparência revela a ma fé e a desonestidade que se tornou, como um objeto clássico, como observação dos mais atentos.Com isto transpira um ar de desconfiança diante das mentiras relativas aos dados apresentados, diante da platéia que quer ver resultados e não acusações mútuas enquanto os serviços e investimentos da Nação por conta do Governo Federal, o dono do cofre, e em todas as suas instâncias não funcionam, e quando funcionam são precários seus serviços e seus resultados.

                                 "" Enquanto não surge um Estadista, a coisa pública continuará um negócio como outro qualquer, na clandestinidade."

Em 3 de agosto de 2013. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.

Nenhum comentário:

Postar um comentário