Quando sobe algo em determinado momento só pode descer, isto é mais velho que a roda, mas as administrações municipais, não querem entender que as despesas de manutenção e serviços são obrigatoriamente acrescidas, de ano a ano , próximo aos índices do País.
Com o advento do desenvolvimento proposto pelo Imperador e seu PT, não perceberam os Prefeitos principalmente os mais assíduos frequentadores de Brasília, que a crise iria pega-los logo ali, principalmente depois da eleição do ano passado, para novos ou reeleições de Prefeitos
A falta de estrutura para o crescimento e o aumento das responsabilidades sociais, como atributos dos administradores municipais, é algo a considerar entes de investirem em obras caras que não terão retorno à curto prazo para as finanças municipais. Além disto falta total planejamento para a maioria dos municípios do Brasil.
Nesta semana, final de julho, e as portas de um agosto que promete, repercute notícias na mídia sobre as dificuldades financeiras dos municípios brasileiros. Como se isto não fosse previsto a muito tempo. Agora que a rosca apertou, não se tem soluções a curto prazo, pois tem-se a impressão das dificuldades criadas pelo Governo Federal com a tal contabilidade única para o Brasil, para poder considerar o País, um Estado com alguma liquidez. Isto é o recurso está curto, ainda mais diante do caso Petrobrás, e BNDES, devido procedimentos descabidos destas instituições, empréstimos e investimentos.
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