segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Além do mais; os ruralistas.

                                                                               A escravidão rural, sustentou o campo até pouco tempo, a Constituição de 1988, garantiu determinados direitos, aos trabalhadores rurais, que não eram habitualmente obedecidos por seus empregadores, e nem pelo ministério do trabalho.

                                                                              Quanto as famílias proprietárias de grandes glebas rurais, o tal artigo da constituição que fala da função social, não percebem os legisladores que isto deveria já estar regulamentado, diante do caos que hoje é a mão de obra rural. Como se pode ganhar menos no campo do que na cidade?? parece que ainda continua o desprezo pela atividade rural no Brasil, bem antagônico aos costumes europeus, que ali é o primeiro mundo, e aqui estamos hoje muito pior do que o terceiro mundo, em vários seguimentos econômicos e sociais.

                                                                              Agora quem paga e paga bem não fica sem empregados, e pode exigir, agora quem não paga e quando paga paga pouco, fica sem empregados e fica sem serviços contratados, tais como aramadores, veterinários, agrônomos etc.......esta é a realidade do campo, mas a empáfia dos séculos passados continua a mesma, mas agora sem escravos. 

                                                                            Quando os fiscais do Ministério do Trabalho se reúnem com os patrões do setor rural, se escuta de tudo a resistência as obrigações básicas, são criticadas abertamente, e com isto se chegou a realidade das famílias trabalharem nos seus campos, é assim nos países desenvolvidos, e com isto teríamos também a viabilidade de urbanizações e venda de terrenos e casas nas médias e pequenas cidades, sem a pressão histórica dos barões falidos do campo.

                                                                           Relembrando a história na Fronteira Oeste e Fronteira do Rio Grande do Sul, era aplaudido quando nascia o pimeiro filho, homem, pois iria trabalhar para sua família, e traria ainda sua esposa, com dote, para trabalhar para seu ninho de ouro. Quando ao contrário, para o chefe da família quando nascia uma menina, era despresada, tudo em função do negócio do poder da terra, E os galpões estavam repletos de empregados, agregados etc.......

                                                                           "Os tempos são outros afinal entregaram o País para o que tem de pior, as esquerdas, que simplesmente despresam tudo e a todos, e os conservadores não se adaptaram, a realidade, e deixaram para a história a alta cultura, que foi a base para o Rio Grande do Sul, questionar o Império com a Revolução Farroupilha, o caso do charque e impostos, bem como a Revolução de 30 questionando a Velha República, mas os líderes de hoje são mais ou menos peões de seus latifundios, com tecnicas mas sem o saber social cristão e humano, que sempre foi e será o rumo a seguir na criação e nas lavouras, isto é básico."

                                                                              "Acabou o turismo rural, é morada hoje."

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