É indiscutível, que o meio ambiente não tem como resistir a fúria dos desmandos governamentais para aumentar a produção agrícola do Brasil, a qualquer preço. Até o Rio São Francisco está morrendo, dado os desmandos oficiais.
Comemora-se a super safra, desde uvas, frutas, milho, soja e arroz, ainda mais com a recuperação dos preços do café etc..... Mas o agricultor, um verdadeiro escravo da máquina pública brasileira, sem defesa e diante de dívidas que se tornam impagáveis. Estão aí as renegociações impacadas na dívida ativa da receita federal, está aí a grande oferta de terras a venda.
Mas o governo comemora, pois baixar a inflação, temos abastecimento e produtos de exportação, e o agricultor sem amparo nenhum, para que fora da porteira possa comercializar tanto produtos como insumos. O que há por traz disto, tudo além de uma expleculação de terras que é uma verdadeira aberração negocial.
Depois do fracasso do governo de Dilma, muitos estão voltando ao campo, e seria um momento do governo implantar um programa para o homem do campo, aquele pequeno e médio que são a maioria, dos mais humildes e trabalhadores, os grandes são parceiros da anterior Ministra da Agricultura e do atual Ministro. Neste País das corpoorações que temos o rei do gado, o rei da soja e o rei do raio que o parta, os grandes tem historicamente como se defender nas escaladas das noites perversas de Brasília, que são incontáveis em rodas e encontros sociais de moças decentes.
"A história é a mesma, cai os preços e a festa é de Brasília."
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