Tendência de ajuste de preços, e para baixo.
Com inflação em vários países é contraditório diante de nossa realidade de lidar com "inflações", que os preços internacionais poderão ser ajustados para baixo.
Ontem escutei de um dito especialista e situacionistas que se admirou da queda dos preços de ovos no mercada atacadista, para R$ 100,00 as 30 dúzias. Inclusive temos um problema com a demanda de melancias a nível nacional, preço alto e pouca demanda, só tem uma solução baixar preços.
Quanto ao índices de Chicago, neste sobe desce, principalmente da soja, com esta quebra prevista de 45 milhões de tonelada com a seca na América do Sul. Especialista outro sem se definir politicamente calcula que o preço para compensar a inflação de insumos e adubos, a nível internacional Chicago deveria estar com uma cotação em volta de $17,70 o buchel, o que seria o preço inflacionado e com a quebra de safra. Por ouro lado se comenta que o consumo de soja no mundo é de um milhão de toneladas por dia o que representa hoje uma falta de mais de trina milhões de toneladas.
"O que se percebe que depois da euforia, pela alta dos preços, só tende a cair, e diante de uma inflação de 10% no Brasil, e uma possível para este ano nos EEUU de 14%, o que pode ocorre é uma crise no setor primário, devido a seca, as chuvas e a euforia de mercado que se sabe, não comporta esta mais no setor primário, que é prova cabal nas últimas décadas em nosso meio, porém compreender a realidade não é para os que se anulam pelas suas próprias ambições pessoais e temporárias."
Afirmavam semana passada, gente da imprensa, que café e chocolate será só para ricos.
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