O campo limpo é garantia contra o fogo.
Fui a Barretos, em General Câmara -RS e na volta parei para falar com um ruralista que limpava o campo junto a cerca. Interessante que quando eu tinha 15 anos fui à Alegrete, e na Fazenda que estava passando as férias me chamou atenção que se lavrava a terra junto das cercas nos dois lados.
A prática determina que não se deve ter campos que se utiliza pecuária com muito pasto, pois no inverso apodrece o campo e a brotação de primavera não é boa. O que me chama atenção é a prática do pequeno produtor que estava limpando o campo junto a cerca, e o arado que se utilizava antigamente para prevenir incêndios como narrei.
Nos anos setenta do século passado, se tinha alta lotação dos campos finos de pecuária, com ovinos, bovinos e cavalares. A lotação de ovinos hoje é diminuta e as de bovinos por certo caiu mais de 25%. As pastagens estão além da conta, e aí que está o risco de incêndios, nunca visto em outras secas ainda maiores do que esta.
No tempo da Maria Fumaça, em épocas de seca é temeroso quando se escutava o apito do trem.
O que ocorre que os campos tevem ser trabalhados com roçadeiras ou com lotações próprias para cada propriedade, e o que determina isto ´pe a natureza e não os "milindres" dos proprietários ou dos produtores.
"Ainda mais depois que o tal pasto "Anoni" um invasor tomou conta de vários redutos onde havia somente leguminosas, atenção que os tampos são outros."
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