Sem grande oferta de bovinos frigoríficos fecham.
Os grandes frigoríficos estrangeiros, e outros mais, nos anos 80 fecharam suas portas no Rio Grande do Sul, com a instalação de vários frigoríficos Cooperativas de Produtores, que também faliram. Não havia gado para manter tantas plantas e mais os marchantes com seus pequenos frigoríficos que chegaram a soma de mais de 300.
A badalada retirada de vacinas da aftosa nos Estados do Sul do País, era com a promessa de novos mercados ricos para importarem carnes produzidas nestes rebanhos. O que chama atenção é que o JBS, fechou um grande frigorífico no PR, e hoje foi divulgado que foi fechado um frigorífico que se localiza na mesma cidade do anterior citado.
A manutenção de frigoríficos hoje nos Estados do Sul, são com bois do Brasil Central, o que inviabiliza dado os auto custos , por várias razões que não vem ao caso, ou seja custos operacionais, que se sabe que a matéria prima é diferenciada e com distâncias longas a percorrer.
Com a soja tomando conta dos campos, e com o manejo sem pisoteio de animais das terras produtoras deste grãos e outros, o espaço ficou restrito, e também o preço do gado de ponta cabeça, já que foi morto o mercado interno, com o advento de um mercado comprador externo com o caso da pandemia, este mercado sucumbiu e com isto também os investimentos em pecuária tendem a deminuirem a ponto de um grande numero de produtores deixarem de crias bovinos, assim como aconteceu com ovinos.
"A volta dos pequenos frigoríficos, seria uma solução prática para o mercado interno, só que o poder dos grandes impede, e com isto o Povo Brasileiro está sujeito e deixar definitivamente de comer carne bovina, e ainda falam em liberdade, com um Estado com seu Governo Federal, que só tem uma preocupação exportação."
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