Percebe-se como escrevi anteriormente que as perdas serão do tempo, pois a concentração de renda no litoral, da Região Sul do País, é simplesmente a renda do interior que as sobras são investidas nestes locais. É evidente que o fluxo do capital rural está se acomodando em outros setores, e que proporcionam empregos com maior ganho. Peões sempre terão salários inferiores, aos trabalhadores urbanos, enquanto ainda tivermos agricultores como a maioria com resistências ao desenvolvimento; e ele está aí, basta só observarmos as ilhas de desenvolvimento que podemos apreciar em toda a Região.
Com isto a Fronteira do Rio Grande do Sul, não pulsa como o restante da Região tando do Estado como de toda a Região Sul do País. A complexidade desta questão é de preocupar, pois até os índices demográficos hoje preocupam, e cidades abandonadas são fatos em todo o Mundo e o Rio Grande do Sul não será por certo exceção, enquanto as cidades como Porto Alegre, está com problemas insuperáveis dado o crescimento dos últimos 50 anos que se esqueceram até do Rio Guaíba.
Agora os problemas estão aí e falta planejamento estadual para ocupar todo o espaço territorial disponível; tal segurança, tal logística e distribuição de energia, fora o aspecto humanitário.
Com isto tudo me chama atenção os planos de desenvolvimeto de duas cidades dormitórios da grande Porto Alegre Alvorada e Viamão, o que vem de encontro sobre minha teoria do afastamento de nova da Fronteira.
Tenho observado por isto tenho dito.
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