Com o Porto de Arroio do Sal, e os investimentos em ferrovias e aeroportos, todos anunciados até então assim como aumento de instalações de várias indústrias, relevam para segundo plano áreas que ao longo do tempo na Metade Sul, continuarão sem os investimentos para que tenham participação atual no crescimento ou no desenvolvimento do Estado.
É pífio o que ocorre em parte da Metade Sul, e seus líderes continuam atolados nos ranços do passado que são muitos.
Uma questão a se ´perseguir permanentemente, a estrutura do Porto Seco de Uruguaiana, porém transparece que os tradicionais do Município não estão interessados na nova estrutura que seria necessária a este Porto que é o maior Porto Seco da América do Sul.
Por outro lado os problemas da BR-290 não são resolvidos de acordo com a necessidade desta estrada, e assim como a BR-470 que liga as Missões à Uruguaiana.
Quando a ferrovia mais debatem sobre o traçado do que a possibilidade da execução da obra que é assunto praticamente resolvido em vários locais do Brasil.
Segundo se observa a coisa ficará como sempre ilhas de desenvolvimento e ilhas abandinadas pelo saber e pelo investimento necessário.
"Assim é o Rio Grande do Sul uns a cavalo e outros que com simples instrumentos de trabalho criaram polos de desenvolvimento que chamam atenção do Mundo civilizado."
E segue o Tempo e o Vento.
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