Esgotado o modal rodoviário.
Somente agora que o caos está estabelecido, que o governo federal, resolveu considerar os modais viáveis na Pátria Brasileira, para que definitivamente se implante uma estrutura de logística, que projete o Brasil, como um grande parceiro no comercio internacional. Antes tarde do que nunca.
A hidrovia que foi no passado o meio ao qual que por ser natural consolidou uma situação econômica e social sustentável, foi abandonado diante do programa férreo primeiramente e depois o rodoviário.
A Nação Brasileira vem ao longo dos anos pagando a conta de grupos que a exploram, por motivos pueris, aos qual a história registra com desprezo e até por desencanto, diante de fatos e ações que denotam o privado favorecido, sendo ele em determinado momento até piores que o colonialismo interposto ao Brasil até depois de sua independência em 1822. A pobre Nação paga e paga, até pelas benesses naturais que seu território sagrado lhe concebeu e lhe concebi, como exemplo agora o problema do abandono das hidrovias.
Como não bastasse a entrega ao capital estrangeiro, chega ser estarrecedor, diante da necessidade de financiamentos, que a estrutura precária de modais logísticos está hoje sendo reivindicados pelas regiões produtoras e industriais no País. A falta de recursos, e o agravamento da crise internacional, deixam a Nação de novo amarrada em suas estruturas precárias e sem planejamento, para seu desenvolvimento, pleno e social.
Entregar as estruturas necessárias de portos. Aeroportos, ferrovias e rodovias ao capital internacional, é simplesmente um ato de Lesa-pátria expressão usada a muitos e muitos anos atrás, por esta esquerda radical e reacionária, que de tem hoje o poder no País. Assim a pobre Nação, está com um plano de desenvolvimento mais para colônia do que para uma Nação soberana e digna de consideração pelos povos que buscam e lutam para manterem sua soberania. Esta Nação tem na contrariedade de sua vocação de livre, em contra ponto para os interesses privados garantidos pelos eleitos das eleições livres. Com isto temos mais que nunca o risco de definitivamente perdermos os rumos da democracia, da liberdade e do bem estar social pleno e digno de nosso Povo.
“A crise estabelecida, por certo deverá deixar muitos a passar necessidade, mas é nestes momentos que desperta as Nações que até poucos dias atrás acreditavam na canalha que mente e rouba até a liberdade dos seus povos, e o direito de nascer. Haveremos de vencer, Pela Liberdade do Brasil.”
Em 21 de julho de 2012. Francisco Berta Canibal.
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