terça-feira, 3 de julho de 2012

A república das bananas.

                                                           A república das bananas.

                                                           Derrubada, a tal república, por uma ordem superior, tornaram-se “reis”, no lugar da antiga república. O “rei” depois de alguns anos abdicou para uma suposta “rainha”, com urna de papel, a qual destemperada escravizou ao Povo. Não satisfeita, queria que as nações daquele continente juntamente com seus povos, até então independentes, tornassem seus súditos, inclusive criando uma tríplice aliança conspiradora e escravagista.

                                                           O pior de tudo que é que faltou nos momentos sublime sabedoria. As demandas de água e pão para o Povo, nulas, eram transformadas em investimentos supérfluos, ditos, para a educação e saúde da população. Criaram “arenas”, como Calígula e Nero, e se apresentavam como fundadores de uma nova ordem, como obedientes de uma doutrina fechada a chaves. Expulsaram os dignos, e acolheram indignos, perante os direitos humanos, e os tratados foram além do golfo mais ao norte do continente, e assim se obedecia às ordens do serviço secreto de um sistema universal para o poder, oriundo dos gelos nórdicos.

                                                           Comovidos com suas pestes passageiras, se locupletavam a custo do erário em prolongar seus anos de vida para as atitudes serem paralelas e não oficiais em quedas de águas inférteis aos argumentos para a vida, abortavam com isto ideal todos estes de destruição das famílias e os golpes ao tesouro. Índices de popularidade abrigavam um conteúdo de miséria e de mentiras, que vinham além do horizonte dos menos confiáveis e inconfessáveis procedimentos perante os tribunais.

                                                          Depois da farda rasgada surgiram estes gênios, de lugares onde o sangue teria sido derramado, algozes dos outros indignos, mas fiéis aos seus atos, progrediram em suas declarações de renda com auxílio dos holofotes de luzes da madrugada. Com isto roubaram à sena. E o Povo iludido nas filas para a morte mesmo que lenta, sem sentido do desastre anunciado.

                                                                                  “Quantos mais bravos teremos pela frente, diante de um tribunal colérico e de uma extenuaste eleição da mentira que só comporta votos nulos. Até quando?”

Em 3 de julho de 2012. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.

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