O modelo persiste.
As funcionárias dos Institutos de Previdência, quando a Capital Federal era no Rio de Janeiro, era o reduto ao qual se nomeava funcionárias que serviam aos políticos, em alcovas, naqueles anos tanto da ditadura Vargas como nos anos da tal democracia, ao qual o Presidente JK, construía Brasília.
Durante o Regime Militar, com a criação e instalação do BNH, algumas cartas patentes para instalação da poupança popular, foram conseguidas através das alcovas, a mando dos comandantes daquele regime, para que a direita se estabelecesse no setor financeiro, e devendo favores ao regime instalado, e com legitimidade, esta considerada até hoje pelo regime atual dito democrático e humanitário após a promulgação da constituição cidadã de 1988.
Relendo a revista Veja de 15 de fevereiro de 2012, de número 7 (sete), do ano 45, que em sua capa destaca; “A sedutora e o poder”, bem demonstra de que o regime pode até mudar mas os costumes e procedimentos na capital da República, mesmo com outros ares, fora da Cidade Maravilhosa, continua sempre o mesmo. A farra é contínua.
Com isto percebe-se que existe alguém a ser chamada na CPMI, do tal Cachoeira, ou segundo a revista existe algo engavetado, que não condiz com as práticas publicitárias desta corja que atualmente comanda o País, Será ou estou enganado? Para mim falta alguém a ser convocada para prestar esclarecimento na CPMI, do tal Cachoeira.
A advogada Cristiane Araújo de Oliveira, por certo será a musa, a qual a Nação se curvará diante deste triste período que levaram a Nação Brasileira, ao caos, dado somente à prática de atos e costumes que estão gravados como legítimos em períodos de autoritarismos e desmandos constitucionais, como este que vivenciamos hoje.
Em 21 de julho de 2012. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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