domingo, 23 de fevereiro de 2014

A desordem pública anacrônica reflete nos eventos.

                                                   A desordem pública anacrônica reflete nos eventos.

                                                  Não é de hoje que as ruas do Brasil são algo surreal diante do conhecimento e das leis vigentes.  O trânsito de pessoas e veículos é de uma desorientação assustadora diante de tudo que se assiste diariamente, como se não tivéssemos leis para tal.
                                                 A população reclama de si mesma, a pobre Nação não tem filhos que se preocupem com sua imagem, de Nação culta e avançada para com os conhecimentos dos tempos em que vivemos, fica tudo como antes, diante de um descobrimento a mais de cinco séculos. A pobreza cultural e de conhecimentos, leva a população com poder aquisitivo parecer como somente uma barbárie, não se preocupando consigo e com o próximo, como se todos estivessem disputando espaços um dos outros. Assim é o trânsito de automóveis, caminhões, motos e coletivos, e a população reclama do poder estabelecido, e não contribui com o seu poder que não percebe ser muito maior que o poder constitucional, estabelecido para governar em nome do cidadão, que não tem disciplina. Fica assim um País inseguro para realização de eventos que “algum” irresponsável, idiota e corrupto, achou de bem mostrar as agruras do País ao Mundo. Os interesses globalizas estão com tudo diante do que se vê e percebe diante das causas perdidas brasileiras, os interesses em suas riquezas naturais a cada dia é maior, e isto é a cobiça dos capitais mundiais, e vem  mais esta do eventos para enterrar mais o Brasil. A pobre Nação paga e paga, e seus filhos vivem como estivessem esperando ainda as caravelas de Cabral.

Em 23 de fevereiro de 2014. Francisco Berta Canibal. Pela Liberdade do Brasil.

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