A desordem pública anacrônica reflete nos eventos.
Não é de hoje que as ruas do Brasil são algo surreal diante do conhecimento
e das leis vigentes. O trânsito de
pessoas e veículos é de uma desorientação assustadora diante de tudo que se
assiste diariamente, como se não tivéssemos leis para tal.
A população reclama de si mesma, a pobre Nação não tem filhos que se
preocupem com sua imagem, de Nação culta e avançada para com os conhecimentos
dos tempos em que vivemos, fica tudo como antes, diante de um descobrimento a
mais de cinco séculos. A pobreza cultural e de conhecimentos, leva a população
com poder aquisitivo parecer como somente uma barbárie, não se preocupando
consigo e com o próximo, como se todos estivessem disputando espaços um dos
outros. Assim é o trânsito de automóveis, caminhões, motos e coletivos, e a
população reclama do poder estabelecido, e não contribui com o seu poder que
não percebe ser muito maior que o poder constitucional, estabelecido para
governar em nome do cidadão, que não tem disciplina. Fica assim um País
inseguro para realização de eventos que “algum” irresponsável, idiota e
corrupto, achou de bem mostrar as agruras do País ao Mundo. Os interesses globalizas
estão com tudo diante do que se vê e percebe diante das causas perdidas
brasileiras, os interesses em suas riquezas naturais a cada dia é maior, e isto
é a cobiça dos capitais mundiais, e vem mais esta do eventos para enterrar mais o
Brasil. A pobre Nação paga e paga, e seus filhos vivem como estivessem
esperando ainda as caravelas de Cabral.
Em 23 de fevereiro de 2014.
Francisco Berta Canibal. Pela Liberdade do Brasil.
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