terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

                                                     Trabalho escravo no Brasil.
                                         “A escravidão no Brasil é reflexo do precário programa educacional ”
                                                                                                                                                                                                                                     
                                              O Ministério do Trabalho tem obrigação de fiscalizar, e exigir com rigor o cumprimento da lei do trabalho no Brasil, é condição primeira e obrigação funcional deste Ministério, e também é condição primeira para a ordem pública, respeitando as leis do trabalho, assim como é condição primeira do bom funcionamento e resultado da escola pública, “mas” esta por excelência é infelizmente, por um precário funcional, como uma prévia do desastre anunciado, “mas” assim mesmo o resultado pífio é aplaudido por uma concepção de governar como aos tempos dos faraós. A contestação popular, manifestações pacíficas por um bom funcionamento e resultados condignos com a natureza da atividade, escolar, está diante das portas das escolas, e os responsáveis assistem com olhos de mercador, assim como quanto ao atendimento à saúde pública, resulta isto tudo um caos futuro ao trabalho da próxima geração e assim vem ocorrendo sucessivamente. A imprensa todos os dias publica o caos estabelecido e os Ministérios fazem vistas grossas, coexistindo a escravidão do servidor e do cidadão que procura seus direitos de atendimentos garantidos, que são garantias constitucionais, pela Constituição cidadã, que é cidadã e pela cidadania por excelência, em constante contraditório, com aplausos permanentes pelos frívolos representantes eleitos, ditos representantes do eleitor, ”mas” reverenciando-se a maioria por omissão e irresponsabilidade, assim mais parecem trunfos e triunfais, como legítimos algozes do Povo. Até mais parece uma maldição do que um princípio de organização social educacional e política, tudo isto, ou falta total de sabedoria, ou simplesmente má fé, com a coisa pública.
                                          Assim temos hoje ainda escravos no campo, que vai além, desde este que é o setor primário ao serviço público, isto é oficial e é notória a escravidão em vários locais e principalmente nos rincões de nosso  País, este dito e aplaudido por déspotas, do regime democrático constitucional estabelecido, ainda no País, este considerado como País do futuro, onde tudo de bom acontecerá depois, onde os responsáveis que se auto elogiam como conectivos e ativos, “mas” que brincam simplesmente com acho metros de verdades presentes, que não passam de inverdades, em pleno século XXI.
                                         Cama limpa, mesa farta e banho quente para o trabalhador rural e transporte com toda a segurança, sem isto é trabalho escravo, e sem isto não dignifica seu ser perante sua função profissional, o Brasil é signatário de tratado internacional do trabalho, ainda mais, como prova concreta, temos o acaso do trabalhador ser forçado a trabalhar sem horas estabelecidas para a sua função conforme a lei determina, e sem documentação em dia, a maioria, sem a carteira do trabalho assinada pelo proposto patrão, se a lei existe tem de ser cumprida e fiscalizada pelo órgão competente, que é uma coisa que os responsáveis legais, não  fazem. Isto tudo ocorre, diante da incompetência estabelecida nos órgãos e repartições públicas do País, ainda mais na lengalenga, de quando em quando com resultados eleitorais de urnas eletrônicas até aqui não esclarecidos, os resultados das apurações são suspeitos, e conseqüentemente com nomeações, por favores eleitoreiros partidários e por coligações partidárias sem fundamentações ideológicas, com isto surgem aleatoriamente os cargos de confiança, que ainda mais desestabilizam o servidor público do que ajudam, diante do geralmente incompetente nomeado. E assim prolifera-se a escravidão por todos os recantos da Pátria Amada dos Brasileiros. Jornal do Comercio de POA, divulga que 756 mil gaúchos têm carteira de trabalho assinada, em 21 de janeiro, para uma população de onze milhões de habitantes aproximadamente, em um momento dito e havido como de pleno emprego.
                                    No comércio a escravidão estabelecida vai às raias da desmoralização pública do próprio patrão, muitos transformam suas dependências em escravidão e comércio de carne viva, muito comum nas cidades de faixa de fronteira pelo Brasil afora, onde mais que nunca a fiscalização do Ministério se omite, mais e mais, diante da Lei dos mais fortes onde a fiscalização covardemente se apresenta mais fraca e acomodada, dada aos fáceis apertos de mãos diariamente que ocorrem.
                                   “Alguém ou todos dos seguimentos políticos de representação e da administração pública estão a mentir, existe algo de errado que chegam as raias do ridículo diante do descaso dos Direitos Humanos, e conseqüentemente as Leis do Trabalho, da dita maior democracia em consolidação, do Planeta. E infelizmente não tem quem defenda, em nível de Estado, os oprimidos ditos e havidos como os retirados da miséria e ou incluídos nas hostes e seio reconhecido organizado da sociedade ou comunidade, se tornando um concidadão, saindo definitivamente do estado de pobreza extrema, é esta mentira oficial em nome do Estado Brasileiro, é divulgada diariamente e ostensivamente, pela propaganda enganosa do governo federal, como uma coisa empírica.” – A letra minúscula governo federal diz tudo.
                                     A Campanha da Fraternidade, por certo terá o apoio como todos os anos anteriores, dos Deputados e Senadores, defensores dos direitos e deveres da pobre e saqueada população brasileira, mais agora do que nunca, o tema é de interesse político partidário diante do caos estabelecido, hoje, no País, ainda mais em tempo de eleição. A escravidão prolifera diante das leis e ultimamente mais ainda, no campo e na cozinha, a nova lei  do trabalho doméstico é a contradição dos fatos, ainda mais nas propriedades dos mais privilegiados, que deveriam atuar como exemplo, afinal quem tem mais recursos, tanto o intelectual e material, são os que  deveriam ter interesse em manter a ordem.
                                 “ Uma das recomendações do texto da Campanha da Fraternidade, é que devemos promover atividades que nos abram os olhos sobre as realidades e as ilusões de nossa época, em que a mercadoria e o capital são livres, mas as pessoas estão presas, sem o direito de ir e vir.”
                                                                                      “A pobre Nação Brasileira, continua no mesmo barco da miséria humana, histórica, e as consciências dos responsáveis são notadamente a maior contradição de tudo isto, se valem dos seus  menores valores, como se fossem mercadorias  de péssima qualidade, isto é inconscientes diante de suas demências coletivas e arbitrárias, contra seus próprios interesses, afinal, aviltada esta consciência por certo por um  capital internacional abrangente, que invade nossas áreas de maior riqueza por pouco preço, e com isto a escravidão está se perpetuando na Pátria amada dos Brasileiro, lamentavelmente”
Em 21 de janeiro de 2014. Francisco Berta Canibal.
                                  

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