ZPEx, o possível
desenvolvimento esquecido.
As turras não se podem compreender, a não ser que estejam comprometidos
estes investimentos, em tratados internacionais sigilosos, que agora mais que nunca são segredos de Estado, e por
certo envolvem as ZPEx.
Tanto os gestores públicos do
Acre, como os de Roraima reivindicam com um trabalho diário as instalações de
suas ZPEx. Agora o Senador do PR, Álvaro Dias, reapresenta o projeto para a
criação desta unidade de exportação em Foz do Iguaçu. Também São Leopoldo com
seu parque tecnológico, que promete ser o maior do Brasil, em pleno
desenvolvimento está pleiteando uma unidade.
Não tem cores e facções políticas no poder,
que permitam a instalação destas unidades no território nacional., a pobre
Nação voltada para um período de baixo índice de desenvolvimento e se tornando
dia após dia uma Nação importadora de todos os produtos industriais, dado o
alto custo de produção, falta de energia , estrutura logística, uma alta carga
tributária e obrigações trabalhistas, e não incentiva parques industriais
voltados a exportação.
Nas justificativas
de Álvaro Dias, afirma o Senador, que As Zonas de Processamento de Exportação,
com aduaneiras especiais, incentiva o
desenvolvimento de países com o fortalecimento das vendas externas, a geração
de empregos e estímulo ao crescimento das regiões menos industrializadas. Ainda
afirma que, o Oeste do Paraná seria um elo entre os países do MERCOSUL.
Se o Oeste do Paraná é um elo por certo a
Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, também.
“Por outro lado devemos lembrar que a área
para tal investimentos por autorização da Assembléia Legislativa, em Rio
Grande, foi entregue a um estaleiro e aquele projeto de ZPEx arquivado.”
Assim
como sapo atirado em água quente, pula, mas, se levado a banho e aquecido aos
poucos se torra, é assim que tratam os projetos viáveis para o desenvolvimento
de certas regiões atrasadas e empobrecidas da pobre e saqueada Nação dos
Brasileiros. TENHO DITO.
Em 27 de fevereiro de 2014.
Francisco Berta Canibal.
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