Quando dos preços top já se previa uma dificuldade futura, dado a disposição de altos investimentos aportados na atividade com preços em alta.
O preço do campo extrapolou e diz-se seguidamente que hoje produção não compra propriedades rurais.
Vendiam pois não esperavam que subisse mais os preços por ha, e quem vendeu com prazos não recebeu e não conseguiu comprar outra área..
Seguindo o caminho hoje os campos estão com preços em queda e assim mesmo sem compradores e ou arrendatários.
A euforia e a mentira profissional, de que o agro salva as contas brasileiras, empurraram um passivo para responsabilidade dos produtores e até pequenas e médias empresas do agro, a fila da recuperação judicial está hoje repleta com cooperativas e com fornecedores.
A casa caiu, a euforia levou muitos para a falência, e os investidores estão estancados quando antes eram alavancados, assim como o simples concidadãos brasileiros quando o crédito se torna fácil, porém os negócios deveriam a muito serem profissionalizados e não uma aventura, pois o agro queiram ou não é um assunto de interesse público, eis as gôndolas dos supermercados.
" O Estado fora, porém a função social é a mesma, quando a atividade privada toma o lugar do Estado."
Pensem.
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