A crise desenhada.
Todos os regimes políticos se desgastam. Assim como os seus supostos líderes. O getulismo no Brasil se desgastou e terminou a partir da eleição de seu maior líder, Getúlio Vargas, em 1950, terminando este mandato com uma tragédia, e esta mal contada até hoje, Assim a permanência de uma situação política torna-se impossível, diante do desgaste que é a própria administração pública neste País. Conclui-se então que hoje como ontem todos os atos administrativos, são desgastantes diante das sempre avaliações e preocupações, dos críticos, dos opositores, do Povo em geral, enfim dos eleitores.
A crise mundial é uma das causas da derrocada deste governo atual, como dos anteriores tanto de FHC, como do seu antecessor. As facções partidárias, com todas as conotações conhecidas de esquerda estão em um esgotamento de procedimentos e retóricas, que alardeiam todos os redutos conservadores. Isto diante da chamada Nova República. Sempre volta, no País, a tempera dos comentários, assim como este quadro de desgaste atual, com as avaliações do passado, como sendo estas fidedignas, e as do presente, não por falta de fatos, para um desgaste alucinante. Considerar o Brasil isento da crise mundial atual, é ma fé ou ingenuidade, estamos no momento de especulação, e depois teremos um ajuste.
Ao tempo do regime militar, assim ao proceder os seus administradores públicos, perante a crise de 1973, como se naquela ocasião estaria o caminho aberto para o Brasil se projetar no cenário internacional, isto é, aumentar a fatia dos mercados. Este procedimento e esta visão, quase utópica, foi um dos maiores erros, daquele governo, assim como o governo do Presidente Lula o fez, também, tentando surf ar na marolinha, em 2008.
Todos os movimento e revoluções, no cenário brasileiro, foram de uma crueldade desumana, a Nação Brasileira é de fato uma degenerada quanto aos tratos e considerações a dignidade humana. Assim foi no passado, e assim é o atual quadro em que convive esta sociedade dita democrática, constitucional e laica. É só olharmos para nossos presídios.
Ser ou não ser eis a questão, do terrorista ao revolucionário em defesa dos limites territoriais, e as causas legais, assim como aos tratados humanitários e constitucionais de sua Nação. Poder considerar, as posturas adversas como de terroristas e de torturadores, estamos de fato condenando todos os movimentos e fatos históricos da História da Nação Brasileira. Agora, penalizar pelas obrigações e pelo comando oficial de um golpe de estado, legitimado, pois todos foram legitimados, gerações e gerações, se desde os fundamentos da Nação impera a violência, assim como são nossas ruas hoje, é denegrir a coragem e nortear as liberdades, para os redutos dos covardes.
As escolas estão, hoje, na inconstitucionalidade, assim como o atendimento à saúde do Povo, entre outros delitos do Governo. As premissas constitucionais estão à deriva, mediante um caos administrativo, imoral, corrupto e descomunal perante a História do País. E isto não é a primeira vez. Todos os movimentos mais recentes desde a Revolução de 1930, até a reunião dos militares no Clube Militar em 28 de março de 2012, no RJ, este há poucos dias atrás, bem demonstram a procura de impor para que respeitem os princípios destes e de outrem pela ordem e respeito de todas as facções legítimas de grupos ou entidades, da vida brasileira. E todos os movimentos tiveram, seu repudio, na origem pelo desrespeito oficial a ordem e para com as leis vigentes a cada momento. Os abusos e propostas de reformas ilegítimas para a constituição vigente, provocaram e provocam protestos e contendas de poderes e suas representações, entidades oficiais e de representações privadas e de facções legítimas em busca da democracia. Isto é legítimo, contra qualquer ato ilegal e despótico do Poder da União, como a descabida causa tributária, de hoje, e a tal verdade já mais que pactuada e conhecida, na anistia ampla e irrestrita.
”Não estou aqui a defender, nenhuma das facções, nenhuma das tendências, só quero detectar os erros e procurar alguma qualidade e virtude da vida brasileira. Deveríamos ter um pacto, ou um esforço em conjunto, para encaminhar as novas gerações, com a hombridade e o respeito assegurado para a Liberdade, a Democracia e as considerações necessárias para a Paz, para a Solidariedade e a afirmação categórica que esta Nação é viável, desde que se formem pessoas dignas e de responsabilidades cívicas e humanas.”
A crise desenhada, como nos outros tempos, por causas semelhantes desperta nas alas conservadoras do País, por todos os redutos, um protesto diante deste mar de lama. A escalada da corrupção, só no México foi semelhante a esta que estamos a assistir diante do cenário democrático proposto. Este quadro de vendilhões das causas públicas, e de entrega do País aos meandros dos interesses internacionais, era um dos cenários falados, denunciados e não provados, pelo PT, nos episódios anteriores e governos mesmo estes da Nova República. Pode-se dizer que o esgotamento do que foi proposto nos últimos nove anos, e na campanha eleitoral ao qual se elegeu a primeira mulher no Brasil à Presidente, foi um grande golpe, ou um grande blefe eleitoreiro. Pode-se afirmar, e reafirmar, que não tem nada de magno e sim de pífio, este governo federal, assim como os delírios de procedimentos ditos pela sua frágil base de apoio, popular e legislativo. Estes aos quais a qualquer descuido se desmandam.
“A revolução cultural maxista vai ao enfrentamento, provoca com isto o levante dos conservadores espontaneamente.”
A História de 1935, e 1964; não é brincadeira de esquerda complacente e sim dos extremismos, aos quais todos perderam inclusive os atuais eleitos pelo PT, não negam suas raízes de comunistas, em busca talvez de um ideal que jamais será suportado por uma Nação, que se propôs ser livre e soberana.
Em 2 de abril de 2012. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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