sexta-feira, 6 de abril de 2012

O pacote oficial da especulação.

                                                                                                                         
                                                                  O pacote oficial da especulação.

 
                                                          A especulação é agora oficial, com o precedente ao ocorrido em 1986, quando do Plano Cruzado. Naquela ocasião, diziam alguns observadores mais atentos, que o Povo iria contrariar o Governo Federal, e criar instrumentos para, conseguir cobrar mais por preços de mercadorias e de serviços, diante do tabelamento de preços. O ágio era o vetor para as negociações, e com isto o País, entrou em um estagio de economia paralela muito maior que a costumeira, de uma hora para outra. O consumo aumentou, alguns preços extrapolaram a expectativa dos mais otimistas, e quando do dito cruzado dois, houve uma queda nos fluxos de negócios, e com isto, muitos quebraram. É a famosa frase; da especulação, para o ajuste, da economia.

                                                          Agora com o discurso da tal guerra do cambio, o Governo Federal, está com procedimentos empacotados, especulativos, com declarações supostamente contrarias as medidas econômicas do Governo Americano, e dos Governos Europeus. Na prática os procedimentos de aumento de liquides, são por vias diferentes, mas os objetivos são os mesmos. Provocar, com estas medidas extremamente de origem capitalista, animar o mercado interno, e criando condições de manter um determinado índice de empregos. Com isto evitando o desemprego e assim, transparecendo a sua ímpia confiança governamental para com a população, e com isto a população de novo é usada como massa de manobra, e tenta com isto o Governo, ir confirmando o índice programado, de crescimento da economia, e tentando transmitir segurança econômica aos menos desavisados. É mais um engodo oficial. Se os objetivos são os mesmos, como então dizer e afirmar, oficialmente esta posição esdrúxula, que existe uma guerra cambial. É mais uma de esquerda burra, que não sabe como aplaudir, os meandros de um capitalismo que é na crise um dos mais fáceis sistemas dos tantos outros inexistentes de governar um País, e mentir seu crescimento e com isto conseguir popularidade, com o consumo em crescimento, por quinquilharias, dado o banho de créditos, com perfil de fácil a população. O Governo mente. E com isto ainda, provoca o agravamento de um dos fatores da crise brasileira, o baixo índice de poupança interna.

                                                           Liberar crédito pessoal e subsidiar crédito industrial, e não provar a população e ao poder Legislativo, sua eficiência ou seus erros, e continuar com estas medidas esdrúxulas, isto é despótico e imoral. Existe hoje um orçamento paralelo. Aprender com o Povo, na época áurea do plano cruzado, e a oficialização deste aprendizado, que só pode contemplar a ambição dos governantes, que querem deter o poder a qualquer preço, este é que realmente é o caso, com puro interesse político e demagógico. Hoje a Nação está praticamente, na ilegalidade, e sendo um governo, ao qual a letra minúscula bem o qualifica na ilegitimidade.

                                                          Para quem, veio para acabar com as distorções do passado, tem demonstrado pouca eficiência e muita debilidade, e a mentir, e com os mesmos erros, e com poucos proveitos dos acertos dos seus antecessores. Nem os acertos do passado conseguem implementar, como a complementação do Plano Real. O Povo Brasileiro iludido terá ainda que muito pagar, por acreditar nos delírios de uma esquerda radical patológica. Ainda mais que apregoam algo e não se apegam as suas ideologias de massa e para esta, e sim de um capitalismo puro e explorador, nunca visto anteriormente neste País, como se o Povo estivesse na Colônia e o governo, na Esplanada dos Ministérios em Brasília, na sede imperial desta Colônia.

Em  5 de abril de 2012.                                 Pela Liberdade do Brasil.

                               Francisco Berta Canibal.



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