A irrigação e a razão.
A agricultura no Estado do Rio Grande do Sul tem a urgência de um programa que é a irrigação, das chamadas culturas do seco. A seca deste ano veio a comprovar, a necessidade da racionalização da atividade agrícola, esta por certo tem um item a considerar a irrigação. Por certo o Governo do Estado juntamente com o Governo Federal, arauto dos bons e leais procedimentos pelas glórias do Povo Brasileiro, ao menos no discurso deve ter a solução, apesar de esta ser racional, coisa que não é própria destas sumidades eleitas pela maioria do Povo livre Brasileiro. Quem irrigou a lavoura de soja, mesmo tendo que reduzir a vinte por cento do que plantava em sua lavoura tradicional, deve por certo estar com um faturamento expressivo, diante da realidade setorial.
O custo da irrigação é considerado alto, diante deste quadro, comparado ao valor da terra nua. Financiamentos com trinta anos, viabilizariam a compra por parte dos produtores, do equipamento, ao qual por certo com mais de trinta anos de sua utilidade, teria, esta já é comprovada. Mas por certo, com estes equipamentos próprios para tal, os riscos diminuem, e os riscos ambientais também. Diante das exigências do Código Florestal, é de extrema necessidade para segurança financeira do agricultor e proprietário de terras. Preservar solos e vegetação, pois o passivo ambiental, por certo é maior o custo, em multas e programas de recuperação da natureza, do que um programa de irrigação. Alargar, suas lavouras, sem projetos com segurança não haverá por ter lucro o agricultor, o único que ganha com isto é o despótico governo, que neste momento prova isto com sua contabilidade pública aparentemente fantasiosa. Este estilo não serve mais para o agricultor, este tem que ter segurança, produtividade e evitar os passivos ambientais.
As perdas com uma seca são incalculáveis, mas a tecnologia e o uso racional da água disponível viabilizariam uma agricultura bem mais racional, lucrativa e com uma preservação ambiental, inigualável até então.
Em 23 de abril de 2012. Pela Liberdade do Brasil.
Francisco Berta Canibal.
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