Uma noite cálida na Província de São Pedro do Estado do Rio Grande do Sul.
A dor não é o remédio para os males das irresponsabilidades vividas. As causas desta dor, que vive o Rio Grande, são o indicativo de um mar de irresponsabilidades que demonstram o quadro triste em que se encontra a Nação Brasileira, mais que nunca como uma pobre e sofrida Nação.
As instituições em todos os níveis se apresentam hoje com um perfil autoritário embasado em um direito subjetivo, arrumadas e decoradas em seus ambientes funcionais, costumeiramente entre paredes em ambientes de luxo com muitos tapetes e climatizados, e só, é um vazio já perene em suas ações, diante do corporativismo de seus pares e parias, diante das suas agora mais que nunca reconhecidas superficialidades, que levam a resultados surrealistas e terríveis a população, e longe das razões humanas e sábias. Nada pela vida, são estes colegiados orientados ao sabor do lucro a qualquer preço, e sendo cada uma destas torpes em conluio, orientadas na soberba determinação cruel de suas próprias regras, atoladas em uma imoralidade que transparecem alicerçadas somente em seus falsos dogmas, que superam qualquer relação de vida pela vida e pela dignidade humana.
A sobrevivência de um sistema cruel e desumano, ao belo sabor das autoridades constituídas, resulta nisto, onde se negocia criaturas como mais um e menos um, diante da ganância incorporada desta sociedade que permite e aceita que se incorpore a esta qualquer vulgar criminoso, mesmo reconhecido, em suas funções e atos, com isto mais e mais ações para o mal se efetivam diariamente, e permanece a destruição desta sociedade, ainda mais diante de um regime democrático, que tem a necessidade de cada dia avançar à sua consolidação, esta é a responsabilidade deste regime,é próprio dele, se não ele sucumbi. Mas não simplesmente permanece somente a configuração e a ação dos que agem ao arrepio da lei maior, ignoram que esta orienta as causas sociais e humanas do País. Eis o caos. Esta democracia está hoje desnudada com a porta escancarada para a sua destruição, mediante os absurdos irregulares e de reconhecidos criminosos, que o poder constituído permite livremente agirem, com isto que estes bandidos desconsideram a vida e os direitos, costumeiramente das criaturas indefesas que são suas presas, sejam crianças, jovens, mulheres ou idosos. Dia após dia, está se consolidando um novo estado escravagista, despótico e desumano e livremente cruel, com regras estabelecidas pela malandragem e as irresponsabilidades, com favores e mais favores. Ninguém até agora assumiu os erros desta catástrofe, em nosso Estado, em nome deste ou de qualquer que sege a instituição, resultado desta conjuntura de grandes vícios, que vitimou nada mais nada menos que 300 pessoas, jovens, e com isto todas as suas irmandades, vitimaram todo o Estado Gaúcho, diante deste triste caso em Santa Maria.
“ As consciências dos responsáveis, por este crime em Santa Maria, sob um veredicto do medo por certo de fórum íntimo, não tardarão a fazer a justiça por estes terem cobiçado além do suportável e do inimaginável. Basta.”
Em 31 de janeiro de 2013. Francisco Berta Canibal.
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