É de extrema sensibilidade neste momento a condição do Brasil de devedor do mercado financeiro internacional, referente ao futuro Governo Federal. que se espera se apresentar como um de letra maiúscula. Chega de mediocridades.
Na condição de uma das maiores economias do mundo civilizado, considerado pós Plano Real, o Brasil neste momento está mais para Argentina e Venezuela, do que para Bélgica ou Índia ,parâmetros estes últimos ditos, de suas relações de extremidades estatísticas históricas. A desordem política econômica e social demonstra as metas revolucionárias e anárquicas do Foro de São Paulo, e só. Com isto estamos numa expectativa de resultados eleitorais, entre a cruz e a espada.
Por outro lado continua o governo atual, a letra minúscula diz tudo, considerando relevante, tapando o sol com a peneira, o consumo na base do crédito, um mecanismo de manter empregos, mas por outro lado mantém empregos de além mar, diante da crescente importação de produtos, e com isto reluz o miserável índice que apresenta os resultados da política industrial, e assim mesmo estamos com agruras diante de uma crise de logística e de energia, inimaginável. O consumo desacerbado levou a isto, e o governo insiste, dado as medidas econômicas ditas relevantes de ontem, e divulgadas pela imprensa.
"Com isto o investidor internacional, se retira e alonga seu tempo, observando, diante da tempestade premente, ainda mais, sobre tudo em clima de suspeita de crime eleitoral, e consequentemente mudanças nas candidaturas propostas, e ainda com a participação irrelevante e catastrófica, com uma dissertação maluca, do nada que é a propaganda eleitoral da candidata à reeleição."
Em 21 de agosto de 2014. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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