É manchete nos jornais de hoje o aproveitamento da estrutura existente há mais de século, entre Guaíba e Pelotas, para transporte de matéria prima à fabrica de celulose, daquela cidade.
Antes de alvorecer um novo Rio Grande do Sul, será necessário o aproveitamento das suas hidrovias, as quais foram as vias usadas em tempos remotos.
A ligação das lagoas do Litoral Norte e a Ligação da Lagoa Mirim com o Uruguai, é um projeto antigo desde o Império. A navegabilidade do Rio Uruguai, de Uruguaiana ao Prata é uma necessidade para a curto prazo manter a lavoura de arroz viável, e é parte da ligação Ibicuí- Jacuí, este projeto dos Jesuítas desde 1630, já que todo o arroz produzido na zona Sul do Estado por certo já está sendo elaborado para que toda a sua produção arrozeira seja transportada via fluvial. Isto é uma solução tão primária que já deveria estar em pleno funcionamento. E todo mundo sabe que com o transporte rodoviário com o custo crescente diante das exigências trabalhistas e de segurança, está inviabilizando o transporte de arroz dado o seu valor muito além do esperado pelo produtor, e que é mísera o valor da tonelada diante do transporte rodoviário, hoje, que se apresenta com alto custo.
" Surpreende aos holandeses que o Rio Grande do Sul até hoje busca desenvolvimento, mas não aproveitou até então suas hidrovias, que tem uma estrutura natural invejável."
.Em 11 de agosto de 2014. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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