A agropecuária e suas implicações financeiras.
Tendo oportunidade de assistir parte de uma das plenárias na feira de Não Me Toque - RS, na TV, nesta quinta feira 07 de fevereiro, percebe-se a preocupação dos produtores rurais com o alto custo das lavouras tanto quanto a alta dos insumos como do transporte. Por outro lado a indefinição ainda do governo, quanto a renegociação da dívida dos produtores, devido ao baixo preço das safras do passado, e as perdas causadas pela seca dos últimos dois anos, no Rio Grande do Sul; 201i e 2012.
Por outro lado, já existe um movimento em andamento da classe produtora para tentar mais uma negociação em longo prazo com o governo, como uma reedição de mais um Pesa, como a 14 anos passados. Como os jornais publicam diariamente os devedores daquela negociação e outras, estão os devedores inscritos na Divida Ativa Federal, segundo mais um Edital de Notificação do Banco do Brasil, o responsável pela cobrança, publicado em 07 de março, ontem, no Jornal do Comercio de Porto Alegre-RS, mais uma relação de inadimplentes.
Por outro lado já se comenta que as assessorias jurídicas estão se instruindo para questionarem diante desta realidade caótica que estão os produtores rurais, na justiça ao governo e suas instituições financiadoras das safras agrícolas do Brasil.
Neste meio de informações que não são nada abonadoras a política do governo quanto à agropecuária nacional, vive-se um momento de euforia na feira de Não Me Toque, como se fosse possível uma atividade viver em crise e em euforia, existe algo de errado nesta manobra toda, além de ideologia e especulação, que não trás nada de vantagem para o Estado Brasileiro, e para os produtores e seus parceiros e fornecedores, está instalada mais uma grande crise na Agricultura e na Pecuária do Brasil, depois do tal Código Florestal e do caso da Vaca Louca. Quem viver verá.
Em 08 de março de 2013. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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