domingo, 17 de março de 2013

Além do inimaginável.

                                                           Além do inimaginável.

                                                           A economia brasileira considerada uma das maiores do Mundo civilizado, por incrível que pareça e não é acreditado isto pelos mais atentos, está saindo do rol das Nações pobres, para definitivamente entrar no rol das Nações em desenvolvimento e onde, segundo informações dos governistas, não impera mais o analfabetismo e a pobreza extrema.
                                                          A exclusão do Brasil do sistema geral de preferências da UNIÃO Européia (EU), a partir de janeiro de 2014, irá aumentar em 3,66% a tributação do agronegócio brasileiro. Isto é uma das conseqüências do grande e inusitado progresso do momento.
                                                         Agora neste momento de ouro, quando de uma safra agrícola, como esta, que a colheita atual  surpreende até o Governo Federal, este principalmente que finge conhecer os problemas dos seguimentos produtivos e suas deficiências de infra-estrutura tanto de logística como de armazenamento de produtos agrícolas, com a exclusão do Brasil do rol dos pobres, haverá um acréscimo nos índices de custos, ao produtor e ao exportador, por certo tornará os produtos da terra deste País, menos competitivos.
                                                   Os técnicos da SRI, Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, observam que o montante de impostos a ser pago a mais pelos exportadores do agronegócio brasileiro pode parecer pouco, mas alertam para o peso da tributação adicional em alguns segmentos, como couros e peles, que exportaram U$$ 428 milhões para o mercado europeu em 2011 e tiveram o benefício fiscal de U$$ 14,99 milhões (3,5%). Outro seguimento o de frutas será prejudicado, enquanto o Chile com acordo de livre comércio firmado com a Comunidade Européia lhe concede tarifa zero, para estes produtos.
                                                   Enquanto isto alguns que pensam que pensam e dizem representar os seguimentos produtivos do agronegócio brasileiro, declaram que são perseguidos os produtores brasileiros, por preção externa, e declaram a viva voz como pelegos de redutos da ignorância, que estes estrangeiros, querem prejudicar o Brasil. Não... Este dito perseguido, seus atores simplesmente deveriam defender, o cumprimento do sistema de  abate de animais dentro dos acordos firmados, assim como outros tratados internacionais, e com uma infra-estrutura ao menos descente e não esta desordem que demência produtores, transportadores e dignos brasileiros, que levam o amor da Pátria nos seus corações trabalhando com a natureza, e com fé, diante da possibilidade de se sustentarem diante do agronegócio propalado. O Governo por comunidade costuma se omitir e permite que alguns “conversadores fiados” e de falácias sem lógica, com determinado discursos sem razão de o ser e desrespeitando vergonhosamente determinados princípios constitucionais e dignos de qualquer natureza, transformam isto tudo em um grande teatro, enquanto o Mundo está a acreditar nos índices de progresso nacional, com isto o Brasil perde os favores externos. Esta determinação Européia foi anunciada há muitos meses, ou talvez anos, diante da marola “dita marolinha”, isto diz tudo.
Em 12 de março de 2013. Francisco Berta Canibal.

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