Na sombra do tesouro nacional.
Para que uma sociedade tenha um desenvolvimento sustentável, é necessário transparência e competência em suas instituições, para que funcionem bem.
Ocorre que a velha conta movimento que se tinha extinta desde os anos oitenta, volta a baila com outro perfil, mas com um total de valor além da capacidade técnica e se torna um palco político para criar um elenco de empresários ditos vencedores, com o dinheiro público.
Esta sombra do tesouro nacional, que é a tal conta, já levou ao País, ao um alto índice inflacionário, e anteriormente criou um status na agricultura brasileira, através do Banco do Brasil, que levou os agricultores brasileiros a delírios de riqueza, para as raias da imbecilidade. Por que isto? Por haver simplesmente um quadro protecionista a produção primária e não entendida pela maioria absoluta, e achavam que enricavam com o nobre trabalho, e eram altamente subsidiados por esta conta, no momento de sua extinção está aí o resultado de um grande e impagável, passivo dos agricultores brasileiros que a muito está acima de setenta bilhões de reais.
Agora volta a tona a tal conta com outra mascara, financiando grandes empresas nacionais, em nome de um governo que tem a pretensão de disputar posição no ranking mundial das grandes nações do dito mundo civilizado, sem ter razões de o ser, por não ter resultados práticos, já que hoje o Brasil é um País que importa tudo inclusive feijão, este produto comum a mesa de todos os brasileiros, da China.
Por outro lado a Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul foi uma das regiões onde a tal conta movimento outrora, trouxe algum desenvolvimento, hoje ela não traz nenhum resultado prático e econômico, inclusive os valores estatísticos, demonstram a perda de receita dos municípios desta Região, que preocupa aos mais atentos, enquanto atola em passivo os mais relapsos ou destruídos que ainda consideram os resultados prósperos da agricultura e pecuária do passado, com índices oficiais negativos preocupantes de desenvolvimento econômico e social em alguns locais do País e especialmente desta Região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.
“Os empréstimos do Tesouro aos bancos públicos saltaram de 0,5% a 9,2% do PIB de 2007 para cá.” ( Gustavo Loyola, em artigo Reinvenção da conta de movimento, Valor de 04/03.)
Em 06 de março de 2013. Francisco Berta Canibal.
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