Taxa de juros.
A fraude e para a fraude ao ponto que chegam os Bancos no Brasil é caso de polícia, se esta ao menos tivesse suas funções deliberadamente para as correções abusivas também dos órgãos e repartições deste País. É estarrecedor o poder que as instituições financeiras impõem a sociedade, que esta tem como costume um dilema que é sempre um cidadão contra o outro. É evidente que os poderosos, e ninguém mais que eles os banqueiros, com a imoralidade contida e declarada, se aproveitam das idiotices da sociedade que transparece um dogma eterno de insuperáveis em deixar suas idiotices e imbecilidades de lado.
O sistema hoje funciona assim. Cheque especial 6% a.m. e capital de giro disponível, em até x parcelas, disponível no caixa eletrônico a 5% a. m.. Quando as operações com avalista, assim é determinado o juro, de 5% a. m. até chegar ao razoável de 1,3% de acordo com o valor do empréstimo e do cadastro do penitente. Se cinco mil reais juro de 5%, se cem mil o juro é de 1,3%, e assim se sucedem as operações. Depois vem o recado, com um consórcio de cento e tantos meses, com isto fica vinculado ao Banco por longos anos, em contrapartida do juro de 1,3%. Enquanto isto uma aplicação por muito favor poderá render ao investidor, que acredita no BC, enquanto não voltar-se a ilha de Chipre, 9% a. a.
Com isto fica comprovado que existe mais uma grande mentira no Brasil, também no sistema financeiro, que campeia a inadimplência que é uma herança de mais de vinte anos, dos clientes de um sistema financeiro que simplesmente deleta o cidadão por mais rico e esperto que o seja.
Enquanto isto, nos negócios privados, os cidadãos entre si, levam em consideração as regras impostas pelos Bancos, com todo o poder universal que entra nas negociações como leis vigentes e reais de um mercado manipulado por uma pequeníssima minoria concentradora de rendas a nível mundial.
“Eis o braço da nova ordem econômica mundial, fazendo a cabeça de simples cidadãos, que ainda se acham livre, assim mesmo de ano em ano por irem às urnas obrigados para elegerem geralmente mais um de seus algozes.”
Em 20 de março de 2013. Pela Liberdade do Brasil. Francisco Berta Canibal.
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