domingo, 31 de março de 2013

A criação, e a sabedoria.

                                                                       A criação, e a sabedoria.

                                                                      “Talvez o que nos falte, é uma abertura reflexiva para o mundo, uma paixão pela sabedoria.”

                                                                       A Zona de Processamento de Exportação é uma das dádivas do atual Governo Federal. Seria de grande importância para a Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, um programa desta magnitude, assim como é de extrema importância para o Oeste de São Paulo, segundo os paulistas. Considerando a importância que o Estado Nacional neste momento, dá um enfoque especial para os interesses seus e dos capitais disponíveis, as áreas litorâneas brasileiras. São procedentes então os argumentos dos interessados, moradores das regiões a Oeste, do território Nacional.
                                                                     É de extrema importância observarmos  com atenção, todas as proposições que estão tramitando no Congresso Nacional, pois os procedimentos que ali estão a acontecer, muitas vezes resultam a possibilidade de propormos aos nossos representantes, os nossos projetos em curso ou almejados.
                                                                    De real e singular importância são as proposições de criação de novos Estados, em tramitação na magna casa parlamentar, em Brasília.  A Câmara analisa em regime de urgência, pois o Senado já aprovou  a convocação de plebiscitos para os habitantes do Pará. Esses projetos têm vida própria, geralmente clandestina, e se multiplicam silenciosamente.
                                                                   A criação de alguns novos Estados, conforme informa a imprensa, editorial Valor de 02 de maio de 2010, pode chegar a quatorze, é de real importância para a empobrecida e abandonada Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, estes dados e informações. Chama a atenção os números do Estado de Tocantins, que criado em 27 de julho de 1988, recebe recursos orçamentários de sessenta e seis por cento ( 66,00%) da União.
                                                                 Quando há mais de dez anos, se debatia a possibilidade de se criar um Estado na Metade Sul do Rio Grande do Sul, ou uma área com incentivos fiscais, a sociedade Gaúcha, não aceitou a primeira proposta e ignorou a segunda dos incentivos fiscais.  A paixão pelo Rio Grande não possibilitou, e nem aceitou a idéia da divisão deste sagrado e amado território. Pois bem, e os incentivos fiscais, além do já calculado prejuízo histórico das áreas de fronteira. Uma paixão com sabedoria  para termos compromissos e educação para que tenhamos um projeto para o desenvolvimento para este magnífico e rico território da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, sob a responsabilidade de nossa geração isto é entregue em nossas mãos. É de considerar isto de grande responsabilidade.
                                                                Rejeitado e não se sabe as razões, ignorado pelas  autoridades, o projeto Ibicuí – Jacuí, cujo projeto, se auto financiaria ao longo de trinta anos, e resolveria a principal via que é este modal hídrico, para a integração de vários modais no estremo Sul da América, e contemplaria com várias barragens o almejado projeto de irrigação,de grande parte das lavouras de verão. Cabe muita atenção e importância para este empreendimento, pois os informes e anotações em projetos, não o consideram de prioridade. Inclusive se percebe uma má vontade nas hostes do Governo do Estado, quanto a projetos hidroviários, mesmo sendo estes hoje de interesse de investidores holandeses.  
                                         Escrevi em de  maio de 2010, hoje só se fala em hidrovias, antes tarde do que nunca, acorda Brasil.

Em 31 de março de 2013. Francisco Berta Canibal.


                                                                      

Nenhum comentário:

Postar um comentário