O arcabouço do progresso estrutural.
É evidente que as prefeituras em seu maior número não possuem um quadro de políticos e funcionários capazes de entender as necessidades básicas necessárias para apresentarem projetos próprios diante da realidade e de acompanhar e aproveitar as verbas disponíveis para investimentos, por parte do governo federal, tanto quanto ao programa estrutural ,como aos programas sociais.
A incompetência administrativa está inserida e comprovada, diante dos dados históricos. Os mecanismos e procedimentos do passado estão superados. O modo de operar hoje é de acordo com o plano de desenvolvimento proposto pelo governo federal, e estadual, diante das exigências constitucionais previstas, assim como, as exigências e compromissos, com os tratados internacionais, ou bilaterais.
O projeto estrutural para o Brasil, relativamente aos tempos atuais, é extremamente muito atrasado diante de outras Nações, e está se tornando um dos maiores impulsores da alta da inflação, já criando um elo administrativo nervoso em relação à causa e a razão econômica e social, isto está abalando as medidas providenciais do governo e preocupando os investidores, tanto os tupiniquins como os estrangeiros.
Alguns Prefeitos entenderam o agravamento da situação e contrataram consultorias diante do despreparo político administrativo de seus colaboradores, e o descaso dos funcionários públicos municipais, por falta de conhecimentos, diante desta realidade brasileira, inserida em um programa global e neoliberal.
“A verdade é que deve haver uma verdadeira engenharia jurídica e econômica, organizada por profissionais, juristas e consultores, que devem acompanhar a obra desde a sua concepção. Surge, assim, uma nova disciplina: o direito da infra-estrutura, fruto do diálogo entre Estado e a iniciativa privada.” ( O direito da infra-estrutura; Arnoldo Wald e Eduardo Sampaio. Valor de 28 de fevereiro de 2013.)
Em 02 de março de 2013. Francisco Berta Canibal.
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