A crise e epopéias
Estudiosos do comportamento humano analisam com seus conhecimentos os comportamentos e procedimentos das sociedades, e sugerem para que estas superem suas dificuldades. Temos com o conhecimento, o dever de encontrar soluções, desde as relações humanas em todos os aspectos, e das suas funções econômicas até a preservação ambiental. São nestes momentos, que se envolvem grupos preocupados, com os resultados negativos de suas comunidades, criando – se assim possibilidades e recursos práticos para as saídas possíveis, dentro dos conhecimentos universais disponíveis no momento, para o tempo adequado.
Infelizmente não se consegue corrigir as distorções de costumes, sem um choque social, desmistificando alguns procedimentos ditos tradicionais. Ora, a grande dificuldade que os especialistas carregam em suas consciências, é o saber e não conseguir transmitir à sociedade em práticas da vida social. O catedrático fica em um pedestal perante sua categoria e não consegue desenvolver projetos, com os concidadãos com baixo nível de instrução. Isto é um dos entraves já no nível do ensino fundamental, problema histórico neste seguimento da sociedade, com medidas até aqui paliativas.
A Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, palco de epopéias vive em um isolamento determinado pelos seus próprios líderes. Assim não conseguem os mais esclarecidos, representarem suas comunidades, na esfera maior da Federação. Surge aí o impasse histórico, que até aqui isolou esta Região do propenso desenvolvimento, estadual e nacional em vários aspectos tanto o social como os econômicos.
Percebe – se isto nas declarações públicas, de representantes das entidades representativa de vários seguimentos da sociedade do Rio Grande do Sul.
È condição primeira para o desenvolvimento Regional, a integração de Fronteira, do Rio Grande do Sul com o Uruguai e com a Argentina, este programa de integração humana; felizmente já está em andamento. A determinação para esta integração é de suma importância, pois os baixos índices demográficos persistem, e assim deve - se considerar e determinar estas regiões de fronteiras, como produtoras e exportadoras, para a integração de serviços e atendimento social as populações, que é de interesse mútuo, e o clandestino histórico, pois procura – se legalizar, e debelar o contrabando. A legalização e o fomento para isto, é um dos alicerces ao desenvolvimento sustentável.
Considerando a infra – estrutura logística, sendo a hidrovia primordial, a ligação Ibicuí – Jacuí, é assunto obrigatório, aos interesses regionais. Além da geração e distribuição de energia, e a complexa estrutura para irrigação. O Rio Grande do Sul é participe de onze modais de integração da América do Sul, e um dos investimentos principais, é a navegabilidade destes seus rios. A ligação do Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico, é condição primeira para a integração comercial, desta Região com o Mundo. Sem isto, integrado os modais hidroviários – ferroviário, o resultado das ferrovias vão ficando em segundo plano, pois a facilidade da rodovia, e os costumes mesmo com custos elevados, impedem sem a racional libera conduta ao desenvolvimento Regional. O Rio Grande do Sul, não é somente o litoral, temos muita riqueza, a Oeste de sua Capital. É condição primeira o reconhecimento, disto aos que almejam cargos, para a administração pública, é um respeito inadiável, e sempre bom a quem vem com a intenção de respeito às causas públicas e ao Estado.
Ao analisarmos as proposições do Mercosul, e as dificuldades da Metade Sul, ao longo dos anos percebemos sem maiores delongas, as meias palavras ditas que nos parecem estes como reservas econômicas de tratados internacionais, não nos revelados. Algo existe, e que deslumbra um conhecimento que em determinada situação não é explorada com significância pelos seus líderes, tanto os políticos como os de classes sociais e de profissionais.
A integração, com os países limítrofes, é condição primeira, desde os seguimentos tradicionais de produção, assim como a integração mediante aspectos culturais, como a infra- estrutura logística, pontes e aduanas, sem ter desleixo pelas comunicações, seguimento com adiantada técnica que assegura a integração com o Mundo pela necessidade de vencer distâncias entre municípios destes países e intercâmbio com os produtores, industriais e comerciantes, seguramente orientados pelas universidades e entidades envolvidas com o desenvolvimento. Instaladas estas para a utilidade pública, ao bem comum.
Sem um entendimento, do porque do isolamento e precariedade em vários aspectos, de nossa Região e se temos como desenvolver em todas as direções, caberia um mutirão político de representação, e levar ao conhecimento das instâncias superiores nossas dificuldades prementes, agora, pois a hora é de determinação e trabalho diante do quadro internacional de dificuldades, sociais e econômicas. A competitividade e a responsabilidade em produzir e almejar mercados passa pela determinação de melhor criar e produzir, pois a sombra de um extrativismo do passado e de um mercantilismo retrógrado, somente valido hoje para a História aos alfarrábios do passado ou a acomodação dos covardes.
“ Compete assim as forças de representação Regional, ao menos mostrar a que vieram. “
Alegrete, 26 de agosto de 2010 Francisco Berta Canibal
Em 31 de março de 2013.
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